“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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11 de mar de 2009

RICHARD BURTON- Arte Tumular -144- Protestant Churchyard,, Celigny, Vaud, Zwitzeland













ARTE TUMULAR
Bloco de granito bruto em forma cônica e irregular com o seu nome e datas.
LOCAL: Protestant Churchyard,, Celigny, Vaud, Zwitzeland
Fotos: Greg Chard
Descrição Tumular: Helio Rubiales
PERSONAGEM
Richard Burton, pseudônimo de Richard Walter Jenkins, (Pontrhydfen,10 de Novembro de 1925 — Genebra, 5 de Agosto de 1984) foi um atorbritânico nascido no País de Gales.
Morreu aos 59 anos de idade.
Biografia
Foi o penúltimo dos doze filhos da família Jenkins. Seu pai era apaixonado por poesia. Ele não pensava em ser ator, mas sim em ser professor.
Estreou no teatro aos dezessete anos pelas mãos do dramaturgo Emilyn Williams. O nome artístico Burton ele buscou em um professor que desde a adolescência o incentivou a seguir a carreira de ator. Ele se formou em Oxford e serviu durante três anos na Real Força Aérea Britânica. .
Em Londres ficou conhecido por suas interpretações das obras de Shakespeare, principalmente Hamlet e Henrique IV. Rodou o seu primeiro filme em 1949, The Last Days of Dolwyn. Seu filme de maior sucesso nesse período foi Amargo triunfo, em 1957, dirigido por Nicholas Ray.
Alcançou o status de estrela internacional só nos anos 60, quando atuou ao lado de sua mulher Elizabeth Taylor em grandes produções como Cleópatra em 1962, Gente muito importante em 1963, Quem tem medo de Virgínia Woolf em 1966 e A megera domada em 1967.
Richard Burton e Elizabeth Taylor casaram-se e divorciaram-se duas vezes. O primeiro casamento foi em 1964 e terminou em divórcio em 1973. O segundo foi em 1975 e terminou um ano depois. Devido aos escândalos na vida privada, sua aparição conjunta no drama conjugal Quem tem medo de Virginia Woolf?, baseado numa obra de Edward Albee despertou grande expectativa na imprensa sensacionalista.
Após o segundo divórcio de Liz Taylor ele se casou com a modelo Susan Hunt. Bebedor inveterado, foi durante esse casamento que ele tentou bravamente parar de beber. Após seis anos, o casamento acabou, e ele voltou a beber muito. Ainda se casaria com a assistente de produção da BBC, Sally Hay.
Fez mais de quarenta filmes e foi indicado ao Oscar de melhor ator por sete vezes, embora nunca tenha sido premiado.
MORTE
Burton morreu de cirrose hepática, aos 59 anos, depois de um violento processo de autodestruição, que o levou a tomar, durante muito anos, uma garrafa de vodca todas as manhãs.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa : HRubiales

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