“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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1 de fev de 2009

PANCHO VILLA -Arte Tumular - 113 - Cemitério de Parral, Chihuahua, México.

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Pancho Villa




ARTE TUMULAR
Laje revestida com azulejos azul escuro, tendo na cabeceira uma cruz de madeira estilizada, Logo atrás ergue-se uma parede com um relevo de Villa em bronze e suas inscrições. Do lado, fechado por uma grade metálica há varias relíquias e fotos.
Há uma contradição de onde foi sepultado o corpo de Villa. Através de varias pesquisas não foi possível determinar se realmente o seu corpo se encontra nesse túmulo.
Local: Cemitério de Parral, Chihuahua, México.
Descrição tumular: HRubiales

PERSONAGEM
Pancho Villa, pseudônimo de José Doroteo Arango, San Juan del Rio, México, 4 de junhode 1887 - Parral, México, 23 de julho de 1923, foi um dos mais conhecidos generais da Revolução Mexicana.
Morreu aos 36 anos de idade.
BIOGRAFIA
Doroteo Arango nasce em Durango e vive até os 16 anos como trabalhador rural. Com essa idade, é acusado de matar um fazendeiro que atacara sua irmã e para fugir das perseguições da justiça, se alista no exército mexicano. Como chefe de guarnição, em 1910, apoia Francisco Madero no combate a ditadura controlada por Porfirio Díaz.
Um ano após, no mês de Maio, Pancho é exilado e Madero assume o governo.
Em 1912, o general Victoriano Huerta, que deporia e substituiria Francisco Madero, condena Pancho Villa à morte por insubordinação.
Ele consegue se refugiar para os Estados Unidos com a ajuda de Madero. Após a morte de Madero e a instauração de uma ditadura no México por Huerta, Pancho Villa retorna ao México para integrar as forças de Venustiano Carranza, opositor do ditador.
Com seu pessoal espalhado por todo o México, Pancho Villa, Venustiano Carranza, Álvaro Obregón e Emiliano Zapata unem-se num exército que combatia a ditadura em uma guerra civil.
Pancho recebe o comando da cavalaria com mais de 40 mil homens, que foi decisivo para derrubar o regime de Huerta. Carranza assume o poder, mas Pancho Villa retorna a luta armada, após ter se desentendido com o novo governante.
Assim, Pancho controla o norte do país. O governo mexicano convoca uma força expedicionária norte-americana para capturar o revolucionário, mas Pancho escapa. Com a deposição de Venustiano Carranza, Pancho se torna fazendeiro no interior do país.
Ele se casa várias vezes, tendo filhos com oito mulheres. Em 1923, ele é assassinado numa emboscada.
MORTE
Mediante uma emboscada organizada pela polícia secreta e pelos pistoleiros a soldo de familiares de antigas vítimas de Villa, foi assassinado a tiro o famoso bandolero transformado em general revolucionário. Era a tarde do dia 20 de julho de 1923, quando Pancho Villa morreu no seuautomóvel, atingido por 47 balas de pistola quando se dirigia a uma festa familiar.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales

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