“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”



ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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5 de jan de 2009

JUSCELINO KUBITSCHEK-Arte Tumular -83- Memorial JK, Brasilia. Distrito Federal, Brasil.






Precedido por
José Osvaldo de Araújo
Prefeito de Belo Horizonte
1940 — 1945
Sucedido por
João Gusman Júnior
Precedido por
Milton Campos
Governador de Minas Gerais
1951 — 1955
Sucedido por
Clóvis Salgado da Gama
Precedido por
Nereu Ramos
Brasil.
21º. Presidente do Brasil

1956 — 1961
Sucedido por
Jânio Quadros



Túmulo
Interior da cripta
Detalhe do vitral
Busto em bronze
Escultura do memorial
Vista do memorial
Vista posterior
ARTE TUMULAR
Memorial JK é um museu na cidade de Brasília projetado por Oscar Niemeyer, inaugurado em 12 de setembro de 1981 e dedicado ao ex-presidente brasileiro Juscelino Kubitschek fundador da cidade de Brasília. No local, encontram-se o corpo de JK, diversos pertences, como sua biblioteca pessoal, e fotos tanto dele como de sua esposa Sarah. Apresenta obras projetadas por Athos Bulcão em sua área externa, um vitral desenhado pela artista Marianne Peretti sobre a câmara mortuária e uma escultura de 4,5 metros de autoria de Honório Peçanha.
LOCAL: Memorial JK, Brasilia. Distrito Federal, Brasil.
Crédito fotos: skyscrapercity.com/showthread.php?t=505900
Descrição Tumular: Helio Rubiales

PERSONAGEM
Juscelino Kubitschek de Oliveira (Diamantina, 12 de setembro de 1902 — Resende, 22 de agosto de 1976) foi um médico, militar e político brasileiro.
Morreu aos 74 anos de idade
BIOGRAFIA (resumida)
Conhecido como JK (lê-se jota-cá), foi prefeito de Belo Horizonte, governador de Minas Gerais e presidente do Brasil entre 1956 e 1961. Foi o primeiro presidente do Brasil a nascer no século XX e o último mineiro a chegar à presidência da República pelo voto direto.
Foi casado com Sarah Kubitschek, pai de Márcia Kubitschek e de Maria Estela Kubitschek. Com estilo de governo inovador na política brasileira até então, Juscelino construiu em torno de si uma aura de simpatia e confiança entre os brasileiros.
Foi o responsável pela construção da nova capital federal, Brasília, executando assim o antigo projeto, já previsto em 3 constituições brasileiras, da mudança da capital para promover o desenvolvimento do interior e a integração do país. Durante todo o seu governo, o Brasil viveu um período de desenvolvimento econômico e estabilidade política.
ORIGEM E CARREIRA POLÍTICA
Nasceu em 1902 em Diamantina. Seu pai, João César de Oliveira, foi caixeiro-viajante entre outras várias profissões, e sua mãe, Júlia Kubitschek, foi professora, era de origem tcheca (seu sobrenome é uma germanização do original tcheco Kubíček). Juscelino Kubitschek perdeu o pai aos 3 anos de idade, a partir de então a única fonte de renda da família era o trabalho de sua mãe.[1].
JK gostava muito de futebol, e tinha simpatia pelo América Mineiro, onde atuou como amador e sempre que podia acompanhava partidas daquele time. Também foi apreciador das serenatas e serestas.
Estudou medicina em Belo Horizonte, formando-se em 1927. Fez curso e estágio complementar em Paris e Berlim em 1930 especializando-se em urologia. Casou-se com Sarah Gomes de Lemos em 1931. No ano seguinte, foi nomeado como capitão-médico da Polícia Militar de Minas Gerais. Como médico, serviu nas tropas mineiras que combatiam a Revolução de 1932.
Iniciou sua carreira política em 1934, quando foi nomeado chefe da Casa Civil do interventor federal em Minas Gerais, Benedito Valadares que o conheceu na campanha da Mantiqueira quando combatiam São Paulo . Foi eleito deputado federal, em 1934, pelo recém criado Partido Progressista e exerceu o mandato até o fechamento do Congresso Nacional em 10 de novembro de 1937, com o golpe do Estado Novo. Chegou a tenente-coronel médico da Polícia Militar de Minas Gerais. Foi prefeito de Belo Horizonte, nomeado por Benedito Valadares, de 1940a 1945. Foi ainda eleito deputado federal para a Assembléia Constituinte de 1945 pelo Partido Social Democrático (PSD).
Juscelino se destacou mais em cargos executivos e na chamada política de bastidores típica de Minas Gerais e de seu partido o PSD.
CARGOS EXECUTIVOS
Prefeito de Belo Horizonte de 19 de outubro de 1940 a 30 de outubro de 1945,
Governador de Minas Gerais, de 31 de janeiro de 1951 a 31 de março de 1955,
Presidente da República de 1956 a 1961,
ASPECTOS MARCANTES DO SEU MANDATO COMO PRESIDENTE DO BRASIL
Juscelino foi o último presidente da República a assumir o cargo no Palácio do Catete em 31 de janeiro de 1956. Em seu mandato presidencial, Juscelino lançou o Plano Nacional de Desenvolvimento, também chamado de Plano de Metas, que tinha o célebre lema "Cinquenta anos em cinco".
O plano tinha 31 metas distribuídas em seis grandes grupos: energia, transportes, alimentação, indústria de base, educação e — a meta principal — Brasília. Visava estimular a diversificação e o crescimento da economia, baseado na expansão industrial e na integração dos povos de todas as regiões com a capital no centro do território brasileiro.
CONSTRUÇÃO DE BRASILÍA
A construção de Brasília foi, sem dúvida, um dos fatos mais marcantes da história brasileira do século XX. A idéia de construir uma nova capital no centro geográfico do País estava prevista na primeira Constituição republicana de 1891, mas foi adiada por todos os governos desde então.
APÓS A PRESIDÊNCIA
Juscelino foi Senador por Goiás em 1962. Juscelino ambicionava concorrer novamente à Presidência da República em 1965, projeto abortado pelo golpe militar de 1964, também chamado de Revolução de 1964.
Acusado de corrupção e de ser apoiado pelos comunistas, teve os direitos políticos cassados em 1964. Posteriormente, tentou articular , em1967, a Frente Ampla de oposição ao regime militar, juntamente com o ex-presidente João Goulart e o ex-governador da Guanabara Carlos Lacerda, este último seu antigo adversário político. A partir de então passou a percorrer cidades dos Estados Unidos da América e da Europa, em um exílio voluntário.
Após ter sido exilado voluntariamente, regressou definitivamente ao Brasil em 1967. JK pretendeu voltar para a vida política, depois de passados os 10 anos que duravam as cassações de direitos políticos. Para dissuadi-lo, os militares usaram os fantasmas das denúncias de corrupção, buscando desmoralizá-lo politicamente. Eles ameaçavam levar as investigações adiante caso Juscelino tentasse voltar à cena política.
Apesar dos fortes indícios de corrupção e da pressão de alguns segmentos políticos e da opinião pública da época, JK nunca chegou a responder formalmente à Justiça pelas acusações de corrupção, porém respondeu aos IPM, inquéritos policiais militares.
MORTE
Faleceu em 1976, em um desastre automobilístico, em circunstâncias até hoje pouco claras, no quilômetro 328 da Rodovia Presidente Dutra, na altura da cidade fluminense de Resende. Até hoje, o local do acidente é conhecido como "curva do JK". Mais de 300 mil pessoas assistiram a seu funeral em Brasília. Seus restos mortais estão no Memorial JK, construído em 1981 na Capital Federal por ele fundada.
Carro acidentado
Juscelino Kubitschek é, ainda hoje, um dos políticos mais admirados do cenário nacional, considerado um dos melhores presidentes que o Brasil já teve, por sua habilidade política, por suas realizações e pelo seu respeito às instituições democráticas.

Fonte: pt.wikipidea.org
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales

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