“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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30 de mar. de 2025

FERREIRA NETTO - Arte Tumular - 1953 - Crematório de Vila Alpina, São Paulo, Brasil

 




CREMAÇÃO
Seu corpo foi cremado e as cinzas entregue aos familiares.
Local: Crematório de Vila Alpina, São Paulo

Ferreira Netto

Nome completoJoaquim Antônio Ferreira Netto
Nascimento2 de janeiro de 1938
São PauloSP
Morte4 de agosto de 2002 (64 anos)
São PauloSP
Nacionalidadebrasileiro
Ocupaçãojornalista
apresentador de televisão



PERSONAGEM
Joaquim Antônio Ferreira Netto (São Paulo, 2 de janeiro de 1938 — São Paulo, 4 de agosto de 2002) foi um jornalista brasileiro.
Morreu aos 64 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Trabalhou na Folha da Tarde como colunista, e por inúmeras emissoras de televisão nas décadas de 1970, 1980 e 1990, onde apresentava um programa de debates, semanal ou diário, conforme o caso, que levava o seu nome, cujo tema de abertura era a música instrumental Bayou, da banda The Love Unlimited Orchestra.

PROGRAMA FERREIRA NETTO
Foi o primeiro da televisão brasileira a fazer um debate televisivo entre os dois principais candidatos ao governo paulista, na eleição de 1982, entre Franco Montoro (PMDB) e Reynaldo de Barros (PDS), depois da abertura política de 1979, no SBT, onde manteve um programa de entrevistas políticas nos finais de noite. Inclusive, no final do debate que deixou o SBT na liderança, o dono do canal, Silvio Santos, antes término, entrou no estúdio e cumprimentou publicamente Ferreira Neto, chegando a confessar que estava com receio de autorizar a realização do referido debate. Ferreira Netto costumava começar a atração conversando por um telefone vermelho com um suposto amigo, chamado de Léo. Usando desse estratagema, criticava e comentava as atualidades da política e da economia.

Ferreira Netto também era um crítico ferrenho do PT e do então presidente José Sarney.

Em 1º de outubro de 1970, invadiu o estúdio da TV Excelsior[2] - da qual era diretor - e anunciou aos telespectadores que o governo havia decretado o fim da Excelsior. Naquele momento, na central técnica da Excelsior, estavam alguns técnicos do DENTEL, que tiraram a emissora do ar naquele momento.

Em 1990, candidatou-se ao Senado pelo PRN do então presidente Fernando Collor, tendo perdido para Eduardo Suplicy (PT). No entanto, ficou à frente de nomes de vulto da política nacional, como o ex-governador Franco Montoro (PSDB) e o empresário Guilherme Afif Domingos (PL).

Mantinha uma coluna com notícias de bastidores da televisão que era veiculada em vários jornais do Brasil, como O Dia, Folha da Tarde de Porto Alegre ou Jornal da Tarde de São Paulo.

Vídeo: homosapiens
MORTE
Ferreira Netto faleceu em São Paulo, aos 64 anos, por falência múltipla dos órgãos , após três semanas de internação. Seu corpo foi velado no dia seguinte no Palácio 9 de Julho, sede da Assembleia Legislativa de São Paulo e cremado  no Cemitério da Vila Alpina.

Fonte:pt.wikipedia.oirg
Formatação:HRubiales

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