“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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24 de set. de 2026

JUCA DE OLIVEIRA - Arte Tumular - 1960 - Cemitério do Araçá, São Paulo , Brasil


                                                                                


ARTE TUMULAR

Túmulo revestido em granito negro, em três níveis, com o central mais elevado que dá acesso aa gavetas tumulares, servidos por uma porta de bronze na parte central. Na cabeceira tumular uma parede em linha reta com uma imagem de Cristo em formato circular representando a lápide onde são colocados os nomes

                                                                                

               Local: Cemitério do Araçá, São Paulo , Brasil

Descrição tumular: Helio Rubiales                                                                 

                                                                               

    
Oliveira em 2015.
Nome completoJosé Juca de Oliveira Santos
Nascimento16 de março de 1935
São Roque, SP
Nacionalidadebrasileiro
Morte21 de março de 2026 (91 anos)
Ocupaçãoator, dramaturgo, produtor e diretor
Atividade1951–2026
CônjugeCláudia Mello (c. 1970–71)
Maria Luisa Faro (c. 1973; m. 2026)
Filho(a)(s)1
APCA
Melhor Ator em Teatro
1968 – Dois na Gangorra
1973 – Um Edifício Chamado 2000
Guarani
Melhor Ator Coadjuvante
2002 – Bufo & Spallanzani
Festival de Gramado
Melhor Ator Coadjuvante
2001 – Bufo & Spallanzani
Outros prêmios
Troféu Imprensa de Melhor Ator
1970 – Nino, o Italianinho
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PERSONAGEM

José Juca de Oliveira Santos (São Roque, 16 de março de 1935 – São Paulo, 21 de março de 2026) foi um ator e dramaturgo brasileiro. Conhecido por seus trabalhos antológicos na televisão e no teatro, tornou-se um dos principais nomes da dramaturgia e destacou-se entre os pioneiros da televisão brasileira desde a década de 1960. Os prêmios de Oliveira incluem dois Prêmios APCA, um Prêmio Guarani, um Prêmio Qualidade Brasil e dois Troféus Imprensa. Ele recebeu o importante prêmio de atuação do Festival de Gramado em 2001.

Seus primeiros trabalhos de destaque foram nas montagens do Teatro Brasileiro de Comédia (TCB) no início dos anos 60, incluindo A Semente (1961) e A Morte do Caixeiro Viajante (1962), pela qual recebeu o Prêmio Saci de Melhor Ator Teatral. Em 1964, ele atuou na novela Quando o Amor É Mais Forte, que marcou sua estreia na televisão. Anos mais tarde, ganhou enorme projeção ao estrelar Nino, o Italianinho (1969) na pele do simpático Nino, que o tornou um dos principais astros da televisão.

Posteriormente, ganhou reconhecimento como o boiadeiro Pedro Azulão na novela Fogo Sobre Terra (1974). Recebeu aclamação da crítica por sua atuação no drama Um Edifício Chamado 2000, peça que lhe rendeu um Prêmio APCA e um Molière. Seus seguintes papéis de destaque na televisão foram em Saramandaia (1976) e Pecado Rasgado (1978). Em 1983, recebeu nova aclamação na peça de drama De Braços Abertos, pela qual recebeu o Prêmio Governador do Estado. Ele foi reconhecido como um importante dramaturgo ao longo de sua carreira, escrevendo peças de sucesso que o fizeram ficar conhecido por seu tom de ironia e crítica social, com destaque para obras como Caixa Dois (1997) e Às Favas com os Escrúpulos (2008).

Oliveira também teve sucesso no papel do cientista Doutor Albieri no fenômeno de audiência O Clone (2001), que discutiu a abordagem da clonagem humana por meio de seu personagem. Este tornou-se o papel mais conhecido de sua carreira. Ele recebeu o Prêmio Guarani e o prêmio do Festival de Gramado por atuar novamente como um cientista no filme de suspense Bufo & Spallanzani (2001). Nos anos recentes, os seus papéis de maior destaque foram como o maquiavélico Santiago em Avenida Brasil (2012) e o advogado poderoso Natanael em O Outro Lado do Paraíso (2017).

Como figura pública, Juca é citado como um dos atores mais atuantes contra a ditadura militar brasileira. Ele filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro na década de 1960 e participou de movimentos sindicais contra a repressão.Quando as perseguições políticas se intensificaram, Juca se exilou na Bolívia, onde deu aula. Ele foi presidente do Sindicato dos Atores de São Paulo entre 1968 e 1970, participando de movimentos importantes para e regulação e conquista de direitos da profissão no Brasil.

VIDA PESSOAL

Relacionamentos

Em 1965, conheceu a atriz Débora Duarte nos bastidores da telenovela A Outra, na TV Tupi de São Paulo. Os dois se aproximaram e iniciaram um namoro que durou até 1969. Em 1970, começou a namorar com a também atriz Cláudia Mello, com quem se casou. No entanto, a união do casal não durou muito tempo e se separaram no ano seguinte, em 1971. Dois anos mais tarde, iniciou um relacionamento com a musicista (pianista) Maria Luísa de Faro Santos. Os dois se casaram em 1973. O casal teve apenas uma filha, Isabella Faro de Oliveira, estudante de biologia, fazendeira e cantora. Apesar de ser uma figura pública, Juca sempre optou por manter a privacidade da família ao máximo. O casal permaneceu junto por mais de cinquenta anos, até a morte do ator em março de 2026. Juca sempre descreveu a esposa com sua grande parceira da vida, destacando que a estabilidade de seu lar era o que permitia entregar-se totalmente aos seus papéis nos palcos e nas telas.

MORTE

Juca de Oliveira estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 13 de março por causa de uma pneumonia e de uma condição cardiológica. Faleceu na madrugada do dia 21 de março de 2026, 5 dias após completar 91 anos de idade.

Fonte: Wikipedia

Formatação: Helio Rubiales

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