“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



PESQUISAR: COLOQUE O NOME DO PERSONAGEM

25 de set. de 2026

LAURA CARDOSO - Arte Tumular - 1963 - Cemitério do Araçá, São Paulo, Brasil



ARTE TUMULAR
Aguardado informações


Laura Cardoso
OMC
Cardoso em 1968
Nome completoLaurinda de Jesus Balleroni
Nascimento
Laurinda de Jesus Cardoso


Morte
17 de agosto de 2026 (98 anos)

São Paulo, SP, Brasil
Causa da mortecausas naturais
Nacionalidadebrasileira
CônjugeFernando Balleroni (c. 1949; v. 1980)
Filho(a)(s)3
Ocupaçãoatriz
Período de atividade1944–2026

PERSONAGEM

Laurinda de Jesus Cardoso Balleroni (São Paulo, 13 de setembro de 1927 – São Paulo, 17 de agosto de 2026), mais conhecida como Laura Cardoso, foi uma atriz brasileira. Considerada uma das referências da dramaturgia brasileira, iniciou sua carreira na televisão em 1950, ano de sua inauguração. Ao longo de sua trajetória, participou de mais de cem produções, incluindo numerosas telenovelas. Entre os prêmios recebidos estão três Prêmios Grande Otelo, cinco Prêmios APCA, dois Prêmios Shell e dois Troféus Imprensa. Em 2006, recebeu a Ordem do Mérito Cultural em reconhecimento à sua contribuição artística para o Brasil. A carreira de Laura Cardoso começou no rádio, com sua participação em radionovelas na década de 1940. Com a chegada da televisão ao Brasil, tornou-se uma das primeiras contratadas da TV Tupi, onde participou de teleteatros e trabalhou com diversos diretores. Em 1954, iniciou sua trajetória na televisão após ser convidada pela amiga Vida Alves para integrar o programa Tribunal do Coração, produzido por Alves. Em 1958, estreou em telenovelas como Cosette, em Os Miseráveis, da TV Tupi. Ao longo da carreira, trabalhou em emissoras como Band, TV Cultura, Record e Globo, onde permaneceu desde 1983, além das extintas TV Excelsior, TV Rio e Rede Tupi. Nas décadas de 1950 e 1960, destacou-se em teleteatros e novelas da TV Tupi, participando também de Quando o Amor É Mais Forte (1964), uma das primeiras novelas diárias da emissora. Entre 1968 e 1973, integrou o elenco da TV Record, atuando em produções como As Pupilas do Senhor Reitor e Os Deuses Estão Mortos. Retornou à TV Tupi em 1974 e permaneceu na emissora até seu encerramento, em 1980, participando de novelas como Ídolo de Pano e João Brasileiro, o Bom Baiano. Em 1981, estreou na TV Globo em Brilhante, a convite de Daniel Filho. Em 1983, foi contratada pela emissora por intermédio de Walther Negrão e passou a integrar o elenco de Pão Pão, Beijo Beijo. A partir daí, construiu uma longa trajetória na Globo, com participação em mais de 20 novelas e diversas produções especiais. Ao longo de sua carreira, Cardoso interpretou personagens de diferentes perfis em produções de televisão voltadas a públicos variados. Entre seus trabalhos estão Marta, em Fera Radical (1988); Dona Cândida, em Felicidade (1991–1992); e Dona Lila, no seriado Mundo da Lua, da TV Cultura. Na década de 1990, participou dos remakes de Mulheres de Areia, como Dona Isaura, e A Viagem, como Dona Guiomar. Em produções posteriores, interpretou personagens como Sinhana, em Irmãos Coragem; Tia Ruth, em Salsa e Merengue; Dona Carmem, em Chocolate com Pimenta; Laksmi, em Caminho das Índias; e Dorotéia, no remake de Gabriela. Cardoso estreou no teatro em 1959, aos 32 anos, na peça Plantão 21, dirigida por Antunes Filho, após já ter desenvolvido carreira no rádio e na televisão. Nos palcos, participou de diversas produções e trabalhou com importantes nomes do teatro brasileiro. Recebeu dois Prêmios Shell de Melhor Atriz: o primeiro por Vem Buscar-Me que Ainda Sou Teu (1990), de Carlos Alberto Soffredini, e o segundo por Vereda da Salvação (1993), de Jorge Andrade, também dirigida por Antunes Filho

VIDA PESSOAL
Em 1949, enquanto trabalhava na Rádio Tupi, conheceu o ator, roteirista, diretor e produtor de televisão Fernando Balleroni, com quem se casou. O casal teve três filhos: Fátima, José e Fernanda. O seu filho José nasceu com um problema no sangue e faleceu com apenas três dias de vida. O casal permaneceu junto até a morte de Balleroni em 1980 por complicações da diabetes. Sobre a conciliação da vida profissional e pessoal, Laura contou em depoimento ao programa Damas da TV: "É uma carreira sacrificada, você tem que renunciar a uma porção de coisas. Às vezes penso que poderia ter ficado mais perto das meninas. Mas não me arrependo. Não é fácil uma mulher sozinha, que trabalha e tem filhos, dedicar-se inteiramente à família. Mas tive sorte de minha mãe ser excepcional e me ajudar a cuidar delas". Tornou-se amiga próxima de Hebe Camargo após atuarem juntas na novela As Pupilas do Senhor Reitor, da Record. MORTE
Na noite do dia 17 de agosto de 2026, às 23h24, a atriz morreu de causas naturais enquanto dormia em sua casa no bairro do Sumaré, em São Paulo, aos 98 anos, após se sentir mal. A informação foi dada pelo bisneto da atriz em suas redes sociais na madrugada do dia seguinte, por volta das 3h da manhã. Segundo o próprio, Cardoso morreu quando faltavam 27 dias para que a atriz completasse 99 anos. Coincidentemente, menos de 24h após da morte de Laura, sua colega Glória Menezes morreu, pela mesma causa. Em homenagem pela morte de Laura, a TV Globo exibiu a série Tributo no lugar da Sessão da Tarde no dia de sua morte.
Fonte: Wikipedia
Formatação: Helio Rubiales

NEIL SEDAKA - Arte Tumular - 1962 - Hollywood Forever , Los Angeles, California, USA

 

                                                                              




                                                                                 


                                                                                   

ARTTE TUMULAR

O corpo do artista repousa de forma elevada em uma gaveta (cripta) na parede revestida de mármore marrom claro e polido. Na parte central da cripta uma placa com fundo branco e letras negras identifica o cantor comas suas respectivas datas. Por questão de segurança e preservação, o cemitério mantém um gradil  de proteção  em frente ao setor que impede os visitantes de tocarem diretamente na lapide frontal

Local: Abbey of the Psalms (SE ext area), Garden of Israel Community Mausoleum, 

                Elev 34, Wall Crypt C-48

Fotos:Find a grave

Descrição tumular : Helio Rubiales


Neil Sedaka
Sedaka em 1974
Informações gerais
Nascimento13 de março de 1939
Nova Iorque, NI, Estados Unidos
Morte27 de fevereiro de 2026 (86 anos)
Los Angeles, Califórnia
Gêneropop
Ocupaçãocantor
compositor
músico
multi-instrumentista
produtor musical
Instrumentos
  • vocais
  • piano
Extensão vocaltenor
Período em atividade1955–2026
GravadoraRCA Victor
Página oficialneilsedaka.com

PERSONAGEM

Neil Sedaka (Nova Iorque, 13 de março de 1939 – Los Angeles, 27 de fevereiro de 2026) foi um cantor, compositor e pianista norte-americano. Geralmente associado com o gênero pop, ficou conhecido pela canção "Oh! Carol".

BIOGRAFIA

Neil Sedaka nasceu em 1939 no Brooklyn, filho de pai taxista de origem judaica-libanesa e mãe judia de ascendência polonesa e russa. Cresceu em Brighton Beach e demonstrou talento musical ainda criança. Sua mãe trabalhou para comprar um piano e ele ganhou uma bolsa para estudar na Juilliard School, com incentivo para seguir carreira na música clássica.

Apesar disso, Sedaka se interessou por música pop, e sua mãe passou a apoiar quando ele teve sucesso financeiro com suas composições. Aos 13 anos, conheceu Howard Greenfield, com quem formou uma importante parceria como compositor no Brill Building. Ele estudou na Abraham Lincoln High School e se formou em 1956, aos 17 anos.


                                                       

Neil Sedaka fez parcerias com Howard Greenfield para compor muitos de seus sucessos, tanto para si como para outros cantores. A voz de Sedaka é identificada com a de tenor. Seu maior sucesso foi a canção "Oh! Carol", de 1959. Além dessa, outras de suas canções fizeram sucesso entre o final da década de 1950 e início da década de 1960. "The Diary" (provavelmente de 1958) fez parte da trilha sonora da novela Esplendor, da TV Globo. As músicas "Breakin' Up Is Hard To Do" e "Calendar Girl", esta última de 1961 e a primeira de 1962, além de "Laughter in the Rain", são outros sucessos do cantor. Sedaka e Greenfield também escreveram para outros artistas como Connie Francis e Jimmy Clanton.

Quando o grupo sueco ABBA estava no início de carreira, Sedaka ajudou a fazer a versão em inglês de uma das primeiras canções do grupo nessa língua. A canção é Ring Ring, incluída no álbum de mesmo nome, de 1973.

MORTE

Em 27 de fevereiro de 2026, Neil Sedaka foi hospitalizado em Los Angeles após ter sofrido uma emergência médica não divulgada. O cantor acabou morrendo no mesmo dia, aos 86 anos.

Fonte: Wikipedia

Formatação: Helio Rubiales

24 de set. de 2026

ROBERT DUVALL - Arte Tumular - 1961 - Cremado

                                                                            


CREMAÇÃO

   Seu corpo foi cremado e de acordo com os seus desejos pessoais, e não houve cerimônia formal


Robert Duvall
NMA
Duvall em 2010
Nome completoRobert Selden Duvall
Nascimento5 de janeiro de 1931
San Diego, Califórnia
Nacionalidadenorte-americano
Morte15 de fevereiro de 2026 (95 anos)
The Plains, Virgínia
Ocupaçãoator
produtor
cineasta
Atividade1952–2026
ProgenitoresMãe: Mildred Virginia Duvall (Hart)
Pai: William Howard Duvall
ParentescoWilliam Duvall (irmão)
John Duvall (irmão)
Wayne Duvall (primo)
CônjugeBarbara Benjamin (1964–75)
Gail Youngs (1982–86)
Sharon Brophy (1991–96)
Luciana Pedraza (2005–2026)
Óscar
Melhor Ator
1983 – Tender Mercies
Emmy
Melhor Ator em Minissérie ou Filme
2007 – Broken Trail
Melhor Minissérie
2007 – Broken Trail
Globo de Ouro
Melhor Ator Coadjuvante
1979 – Apocalypse Now
Melhor Ator - Drama
1983 – Tender Mercies
Melhor Ator em Minissérie ou Filme
1989 – Lonesome Dove
1992 – Stalin
Screen Actors Guild
Melhor Ator Coadjuvante em Cinema
1998 – A Civil Action
BAFTA
Melhor Ator Coadjuvante
1979 – Apocalypse Now

PERSONAGEM

Robert Selden Duvall[1] (San Diego, 5 de janeiro de 1931 – The Plains, 15 de fevereiro de 2026)[2] foi um ator, produtor e cineasta norte-americano.[3] Foi indicado a sete Oscars (vencendo um por sua atuação em Tender Mercies), seis Globos de Ouro (quatro vitórias), e tem várias indicações e uma vitória cada uma no prêmio BAFTA, o Screen Actors Guild Award, e dois Emmys, além de receber a Medalha Nacional de Artes em 2005.

Começou a aparecer no teatro durante o final da década de 1950, movendo-se para papéis na televisão e cinema no início da década de 1960, atuando como Boo Radley em To Kill a Mockingbird (1962) e aparecendo em Captain Newman, M.D. (1963). Atuou muitos de seus papéis mais famosos durante o início da década de 1970, como o Major Frank Burns, na comédia de sucesso MASH (1970) e o papel principal em THX 1138 (1971), assim como a adaptação do romance de William Faulkner Tomorrow (1972), de Horton Foote, desenvolvido no Actors Studio, sua associação pessoal de cinema favorita.[1] Isto foi seguido por uma série de apresentações criticamente louvadas em filmes bem sucedidos comercialmente.

Desde então, Duvall continuou a atuar no cinema e na televisão com produções como Tender Mercies (1983), The Natural (1984), Colors (1988), a minissérie Dove Lonesome (1989), Stalin (1992), The Man Who Captured Eichmann (1996), Segredo de Família (1996), O Apóstolo (1997), A Qualquer Preço (1998), Deuses e Generais (2003), Rastro Perdido (2006), e Get Low (2010).

Atuou em dezenas de filmes, como O Sol É para Todos, Bravura Indômita, M.A.S.H., THX 1138, O Poderoso Chefão br/ O Padrinho pt, A Crista do Diabo, A Conversação, O Poderoso Chefão Parte 2 br/ O Padrinho - Parte II pt, Network – Rede de Intrigas, Apocalypse Now, A Força do Carinho, The Natural, As Cores da Violência, Um Dia de Fúria e O Apóstolo. Também estrelou séries de televisão aclamadas e populares, como: Além da Imaginação, A Quinta Dimensão e Viagem ao Fundo do Mar.[4]


MORTE

O cineasta morreu no dia 15 de fevereiro de 2026, aos 95 anos. A causa da morte não foi divulgada.[5]


JUCA DE OLIVEIRA - Arte Tumular - 1960 - Cemitério do Araçá, São Paulo , Brasil


                                                                                


ARTE TUMULAR

O túmulo segue uma uma estética sóbria e discreta. Ele foi feito sob uma estrutura de sepultura rasa (ou jazigo subterrâneo), padrão,  revestido com placas de ardósia preta,  o que confere ao local um visual escuro e fosco.O estilos segue uma linha minimalista sem grandes ornamentos, esculturas grandiosas ou estruturas verticais elevadas, ficando no nível do chão. Apresenta-se em três níveis, com o central mais elevado que dá acesso à gavetas tumulares, servidos por uma porta de bronze na parte central.

Na cabeceira tumular uma parede em linha reta, também revestida com placas de  ardósia com uma imagem de Cristo em formato circular representando a lápide onde Conta com uma placa metálica simples fixada na pedra para registrar o nome dos sepultados.






                                                                                

               Local: Cemitério do Araçá, São Paulo , Brasil

Descrição tumular: Helio Rubiales                                                                 

                                                                               

    
Oliveira em 2015.
Nome completoJosé Juca de Oliveira Santos
Nascimento16 de março de 1935
São Roque, SP
Nacionalidadebrasileiro
Morte21 de março de 2026 (91 anos)
Ocupaçãoator, dramaturgo, produtor e diretor
Atividade1951–2026
CônjugeCláudia Mello (c. 1970–71)
Maria Luisa Faro (c. 1973; m. 2026)
Filho(a)(s)1
APCA
Melhor Ator em Teatro
1968 – Dois na Gangorra
1973 – Um Edifício Chamado 2000
Guarani
Melhor Ator Coadjuvante
2002 – Bufo & Spallanzani
Festival de Gramado
Melhor Ator Coadjuvante
2001 – Bufo & Spallanzani
Outros prêmios
Troféu Imprensa de Melhor Ator
1970 – Nino, o Italianinho
(ver mais)

PERSONAGEM

José Juca de Oliveira Santos (São Roque, 16 de março de 1935 – São Paulo, 21 de março de 2026) foi um ator e dramaturgo brasileiro. Conhecido por seus trabalhos antológicos na televisão e no teatro, tornou-se um dos principais nomes da dramaturgia e destacou-se entre os pioneiros da televisão brasileira desde a década de 1960. Os prêmios de Oliveira incluem dois Prêmios APCA, um Prêmio Guarani, um Prêmio Qualidade Brasil e dois Troféus Imprensa. Ele recebeu o importante prêmio de atuação do Festival de Gramado em 2001.

Seus primeiros trabalhos de destaque foram nas montagens do Teatro Brasileiro de Comédia (TCB) no início dos anos 60, incluindo A Semente (1961) e A Morte do Caixeiro Viajante (1962), pela qual recebeu o Prêmio Saci de Melhor Ator Teatral. Em 1964, ele atuou na novela Quando o Amor É Mais Forte, que marcou sua estreia na televisão. Anos mais tarde, ganhou enorme projeção ao estrelar Nino, o Italianinho (1969) na pele do simpático Nino, que o tornou um dos principais astros da televisão.

Posteriormente, ganhou reconhecimento como o boiadeiro Pedro Azulão na novela Fogo Sobre Terra (1974). Recebeu aclamação da crítica por sua atuação no drama Um Edifício Chamado 2000, peça que lhe rendeu um Prêmio APCA e um Molière. Seus seguintes papéis de destaque na televisão foram em Saramandaia (1976) e Pecado Rasgado (1978). Em 1983, recebeu nova aclamação na peça de drama De Braços Abertos, pela qual recebeu o Prêmio Governador do Estado. Ele foi reconhecido como um importante dramaturgo ao longo de sua carreira, escrevendo peças de sucesso que o fizeram ficar conhecido por seu tom de ironia e crítica social, com destaque para obras como Caixa Dois (1997) e Às Favas com os Escrúpulos (2008).

Oliveira também teve sucesso no papel do cientista Doutor Albieri no fenômeno de audiência O Clone (2001), que discutiu a abordagem da clonagem humana por meio de seu personagem. Este tornou-se o papel mais conhecido de sua carreira. Ele recebeu o Prêmio Guarani e o prêmio do Festival de Gramado por atuar novamente como um cientista no filme de suspense Bufo & Spallanzani (2001). Nos anos recentes, os seus papéis de maior destaque foram como o maquiavélico Santiago em Avenida Brasil (2012) e o advogado poderoso Natanael em O Outro Lado do Paraíso (2017).

Como figura pública, Juca é citado como um dos atores mais atuantes contra a ditadura militar brasileira. Ele filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro na década de 1960 e participou de movimentos sindicais contra a repressão.Quando as perseguições políticas se intensificaram, Juca se exilou na Bolívia, onde deu aula. Ele foi presidente do Sindicato dos Atores de São Paulo entre 1968 e 1970, participando de movimentos importantes para e regulação e conquista de direitos da profissão no Brasil.

VIDA PESSOAL

Relacionamentos

Em 1965, conheceu a atriz Débora Duarte nos bastidores da telenovela A Outra, na TV Tupi de São Paulo. Os dois se aproximaram e iniciaram um namoro que durou até 1969. Em 1970, começou a namorar com a também atriz Cláudia Mello, com quem se casou. No entanto, a união do casal não durou muito tempo e se separaram no ano seguinte, em 1971. Dois anos mais tarde, iniciou um relacionamento com a musicista (pianista) Maria Luísa de Faro Santos. Os dois se casaram em 1973. O casal teve apenas uma filha, Isabella Faro de Oliveira, estudante de biologia, fazendeira e cantora. Apesar de ser uma figura pública, Juca sempre optou por manter a privacidade da família ao máximo. O casal permaneceu junto por mais de cinquenta anos, até a morte do ator em março de 2026. Juca sempre descreveu a esposa com sua grande parceira da vida, destacando que a estabilidade de seu lar era o que permitia entregar-se totalmente aos seus papéis nos palcos e nas telas.

MORTE

Juca de Oliveira estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 13 de março por causa de uma pneumonia e de uma condição cardiológica. Faleceu na madrugada do dia 21 de março de 2026, 5 dias após completar 91 anos de idade.

Fonte: Wikipedia

Formatação: Helio Rubiales

CHUCK NORRIS - Arte Tumular - 1959 - Cremado


                                                                             




Chuck Norris
Chuck Norris em 2015
Nome completoCarlos Ray Norris
Nascimento
Morte
19 de março de 2026 (86 anos)

Nacionalidadeestadunidense
CônjugeDianne Holechek (1958–88)
Gena O'Kelley (1998–2026)
Filho(a)(s)5
OcupaçãoAtor, artista de artes marciais, produtor de cinema, argumentista
Período de atividade1968–2026
FiliaçãoPartido Republicano
ReligiãoBatista
Websitechucknorris.com
Assinatura

                                                                     CREMADO

                                O seu corpo foi cremado e as cinzas espalhadas no mar

PESONAGEM

Carlos Ray "Chuck" Norris (Ryan, 10 de março de 1940 – Kauai, 19 de março de 2026) foi um artista marcial, ator, produtor de cinema e roteirista norte-americano. Depois de servir na Força Aérea dos Estados Unidos, começou a tornar-se conhecido como praticante de artes marciais. Em 1990, fundou a sua escola de artes marciais, Chun Kuk Do, e em 2005, a World Combat League (WCL), uma competição de combate por equipes.

Norris apareceu em numerosos filmes de ação, como Way of the Dragon (1972), em que contracena com Bruce Lee, Lone Wolf McQuade (1983) com David Carradine, na trilogia Missing in Action e em The Delta Force (1986) com Lee Marvin. Foi a estrela maior da empresa The Cannon Group, e o ator principal da série de televisão Walker, Texas Ranger, exibida de 1993 a 2001.

Norris foi um cristão devoto. Escreveu vários livros sobre o Cristianismo e doou a várias causas e candidatos republicanos. Também participou em vários anúncios televisivos para promover o estudo da Bíblia e a oração nas escolas públicas. Entre 2007 e 2008, fez campanha para o ex-governador do Arkansas, Mike Huckabee, que participou também para a nomeação de candidato a presidente em 2008. Norris foi também um cronista para o website conservador WorldNetDaily.

Também foi conhecido pelas suas contribuições a várias organizações não governamentais, tanto na forma de doações como em atividades para recolha de fundos. Em 1990 criou a United Fighting Arts Federation (UFAF) e a KickStart, programas que promovem o estudo das artes marciais entre as crianças em risco, como táctica para as afastar do mundo das drogas.

Desde 2005 que Chuck Norris é amplamente associado a um meme da Internet que documenta características e proezas fictícias, muitas vezes absurdas, associadas a ele.

VIDA PESSOAL

Norris casou com Dianne Holechek em 1958. Em 1963 nasceu o seu primeiro filho, Mike. Sua filha Dina nasceu em 1964 a partir de um caso extraconjugal. Mais tarde em 1965, teve com a sua esposa um segundo filho, Eric. Após 30 anos de casamento, Norris e Holechek divorciaram-se em 1988.

Em novembro de 1998, casou-se com a ex-modelo Gena O'Kelley, nascida em 1963 e 23 anos mais nova que Norris. O casamento foi realizado por Lawrence Kennedy, que é destaque na autobiografia de Norris, Against All Odds: My Story. O'Kelley tinha dois filhos de um casamento anterior. Ambos tiveram gémeos em 2001: Dakota Alan Norris, um menino, e Danilee Kelly Norris, uma menina.

Em 22 de Setembro de 2004, Norris disse a Mary Hart, do programa televisivo Entertainment Tonight, que sua filha Dina foi o resultado de um caso extraconjugal. Só a conheceu quando ela fez 26 anos, embora ela aos 16 já sabia quem era o seu pai. Dina enviou uma carta para a sua casa informando-o da sua relação. Depois de a conhecer, Norris disse que assim que a viu sabia que ela era sua filha.

Um cristão convicto, Norris é autor de vários livros que têm como tema o cristianismo, como The Justice Riders. Também já participou em vários anúncios televisivos para promover o estudo da Bíblia e a oração nas escolas públicas, em adição a esforços para combater o uso de drogas. Nas suas colunas no website WorldNetDaily expressou a sua crença no criacionismo bíblico, que aqueles que têm problemas devem procurar Jesus, e que diz "verdadeiros patriotas", mas não é claro se com isso está a discutir religião ou política.

A 22 de Abril de 2008, Norris expressou o seu apoio ao movimento do design inteligente, quando fez a sua análise ao documentário de Ben Stein, Expelled.

Em Fevereiro de 2010 na sua crônica em WorldNetDaily, Norris anunciou que no final desse ano iria começar uma nova crónica para o Creators Syndicate. Com o nome "C-Force", a crónica foca-se nos treinos físicos pessoais.

Em sua primeira experiência com o Jiu-jítsu brasileiro, ocasião em que passava férias no Rio de Janeiro, Norris revela que foi "apagado" pelo mestre Hélio Gracie.[44] Recebeu a faixa preta em Jiu-jítsu brasileiro dos irmãos Machado, em 2015, chegando até o 3º grau em vida. Após falecer foi promovido postumamente ao 5º grau, da faixa-preta de Jiu-Jitsu, em 2026.

MORTE

Norris morreu na manhã do dia de 19 de março de 2026 no Havai, aos 86 anos, após uma hospitalização, conforme indicado pela família em comunicado.

Fonte: Wikipedia

Formatação: HRubiales