“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



PESQUISAR: COLOQUE O NOME DO PERSONAGEM

16 de out. de 2021

INGLÊS DE SOUSA - Arte Tumular - 1582 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro

 





Inglês de Sousa Academia Brasileira de Letras
Nascimento28 de dezembro de 1853
ÓbidosPará
Morte6 de setembro de 1918 (64 anos)
Rio de Janeiro
Nacionalidadebrasileiro
CidadaniaBrasil
Alma mater
OcupaçãoProfessoradvogadopolíticojornalista e escritor
EmpregadorUniversidade Federal do Rio de Janeiro
Obras destacadasO Coronel Sangrado (1877), O Missionário (1891)
PERSONAGEM
Herculano Marcos Inglês de Sousa (na grafia arcaica, Herculano Marcos Inglez de Souza; Óbidos, 28 de dezembro de 1853 — Rio de Janeiro, 6 de setembro de 1918) foi um escritor, advogado, professor, jornalista e político brasileiro, tido como introdutor do naturalismo na literatura brasileira por meio do seu romance O Coronel Sangrado, publicado em Santos em 1877. Foi um dos membros fundadores da Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira 28.
Morreu aos 64 anos.

SINOPSE 
Inglês, que escreveu inicialmente com o pseudônimo Luiz Dolzani, ganhou reconhecimento literário após a publicação da obra O Missionário, no ano de 1891. Em suas obras, é perceptível a influência de escritores europeus, tais como Eça de Queirós e Emile Zola.

Também teve notável carreira política, começando como militante do Partido Liberal em 1878. Tendo sido eleito deputado provincial (equivalente aos atuais deputados estaduais) pela província de São Paulo, foi nomeado Presidente das províncias de Sergipe e do Espírito Santo. Foi também convidado várias vezes para integrar o Supremo Tribunal Federal, porém nunca aceitou.

Pouco antes de falecer, Inglês de Sousa foi eleito deputado federal pelo seu estado natal, o Pará, nas eleições nacionais de março de 1918. 

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Nascido no município paraense de Óbidos, Herculano Marcos Inglês de Sousa era filho do desembargador Marcos Antônio Rodrigues de Sousa e de Henriqueta Amália de Góis Brito, membros de tradicionais famílias paraenses. Herculano, que estudara inicialmente nos estados do Pará e Maranhão, graduou-se em direito, em São Paulo, pela Faculdade do Largo de São Francisco , no ano de 1876. 

Inglês, que fundara diversos jornais e meios de comunicação, tornara-se secretário do Tribunal da relação do estado de São Paulo em maio de 1878[7] e posteriormente presidente de Sergipe e em seguida do Espírito Santo.


De pé: Rodolfo Amoedo, Artur Azevedo, Inglês de Sousa, Bilac, Veríssimo, Bandeira, Filinto de Almeida, Passos, Magalhães, Bernardelli, Rodrigo Octavio, Peixoto; sentados: João Ribeiro, Machado de Assis, Lúcio de Mendonça e Silva Ramos. 
CARREITA LITERÁRIA
Publicou dois romances em 1876, O Cacaulista e História de um Pescador, aos quais seguiram-se mais dois, todos publicados sob o pseudônimo Luís Dolzani. Com Antônio Carlos Ribeiro de Andrada e Silva publicou a partir de 1877 a Revista Nacional, versando sobre ciências, artes e letras. 

Foi o introdutor do naturalismo no Brasil, porém seus primeiros romances não tiveram repercussão. A principal características de sua obra é o enfoque no homem amazônico, acima da paisagem e do exotismo da região. 

Compareceu às sessões preparatórias da criação da Academia Brasileira de Letras (ABL), responsável pela fundação da cadeira 28, que tem como patrono Manuel Antônio de Almeida. 

Do grupo fundador da ABL participou outro ilustre obidense, José Veríssimo, que, juntamente com Araripe Júnior, Artur de Azevedo, Graça Aranha, Guimarães Passos, Joaquim Nabuco, Lúcio de Mendonça, Machado de Assis, Medeiros e Albuquerque, Olavo Bilac, Pedro Rabelo, Rodrigo Otávio, Silva Ramos, Visconde de Taunay e Teixeira de Melo, realizaram a sétima e última sessão preparatória em 28 de janeiro de 1897. 

Nesta sessão foram incorporados como membros aqueles que haviam comparecido às sessões preparatórias anteriores: Coelho Neto, Filinto de Almeida, José do Patrocínio, Luís Murat e Valentim Magalhães. Foram convidados para participar como fundadores, e aceitaram, Afonso Celso Júnior, Alberto de Oliveira, Alcindo Guanabara, Carlos de Laet, Garcia Redondo, Pereira da Silva, Rui Barbosa, Sílvio Romero e Urbano Duarte. Tornou-se conhecido com O Missionário (1891), que, como toda sua obra, revela influência de Zola. Neste romance descreve com fidelidade a vida numa pequena cidade do Pará, revelando agudo espírito de observação, amor à natureza, fidelidade a cenas regionais. 

CARREIRA POLÍTICA E JURÍDICA
Inglês de Sousa fez os primeiros estudos no Pará, no Maranhão e no Rio de Janeiro. Em 1870 foi para a cidade de Recife para preparar o concurso para a entrada na Faculdade de Direito do Recife, que cursou de 1872 a 1875. 

Em 1875, com a nomeação de seu pai como juiz de direito em Santos, foi buscar as irmãs que estavam no Pará e partiu em 1876 para São Paulo para completar o curso de direito, inscrevendo-se no quinto (e último ano) da Faculdade de Direito de São Paulo, onde se formou em 4 de novembro de 1876. 

Em 1878, quando ainda morava na cidade de Santos, onde era jornalista no Diário de Santos, de propriedade de João José Teixeira, militava ativamente no então Partido Liberal, em oposição ao Partido Conservador. Em 5 de janeiro de 1878 subiu ao poder o Partido Liberal, sob a presidência do Conselheiro João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu e com ele Carlos Leôncio da Silva Carvalho para a pasta do Império, que nomeou Inglês de Sousa para o cargo de Secretário da Relação de São Paulo, em 18 de maio de 1878. 

Foi eleito deputado provincial (equivalente aos atuais deputados estaduais) para a Assembleia Provincial de São Paulo (hoje Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) nas 23ª e 24ª legislaturas (1880 a 1883).

Foi nomeado presidente da província de Sergipe (hoje Estado) por carta imperial de 2 de maio de 1881 e tomou posse em 17 de maio de 1881. Sua missão consistia em controlar uma rebelião da guarnição militar local e supervisionar a aplicação da recém promulgada Lei Saraiva em Sergipe. Após controlar a situação e supervisionar as eleições de 1881, pediu exoneração do cargo que lhe foi concedida por decreto de 28 de janeiro de 1882, governando até 22 de fevereiro de 1882. 

 Após sua exoneração de Sergipe foi nomeado presidente da província do Espírito Santo por carta imperial de 11 de fevereiro de 1882 e tomou posse em 3 de abril de 1882. 

 Pediu exoneração do posto e deixou o cargo em 9 de dezembro de 1882 para tomar posse como deputado provincial da 24ª legislatura (1882 a 1883) da Assembleia Provincial de São Paulo. 

A partir de 1892 fixou-se no Rio de Janeiro , como advogado, banqueiro, jornalista e professor de Direito Comercial e Marítimo na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da UFRJ. 

 A publicação de Os Títulos ao Portador assegura-lhe projeção nacional e o torna jurisconsulto de fama e prestígio, sendo indicado para diretor da Faculdades de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro e Presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) de 1907 a 1910, qualidade na qual presidiu o Primeiro Congresso Jurídico Nacional. 

 Convidado, mais de uma vez, para o Supremo Tribunal, não aceitou a indicação, "por motivos de ordem pessoal". Foi convidado pelo ministro Rivadávia Correia para organizar o novo Código Comercial, apresenta-o, dentro de 11 meses, com notáveis emendas aditivas, que o transformam em Código uno de direito privado, de que era convicto partidário. Realizou a primeira codificação integral de todo o direito privado. O Projeto, em três volumes que até hoje se encontra no Senado da República pendente de estudos e discussão. Como outros excelentes e bem elaborados projetos que seriam utilíssimos se promulgados, o Código de Inglês de Souza dorme o sono eterno do esquecimento. 

 Nas eleições de março de 1918, foi eleito deputado federal pelo estado seu estado natal, o Pará, recebendo o diploma de deputado em 19 de abril e tomando posse em 3 de maio, mas não completou o mandato pois faleceu em 6 de setembro daquele mesmo ano. 

MORTE
Inglês de Sousa faleceu na capital da República e foi sepultado no Cemitério São João Batista no dia 7 de setembro de 1918 com "um dos maiores acompanhamentos de que há memoria", segundo registrou o jornal "O País" no dia seguinte.
Fonte; PT.WIKIPEDIA.ORG
Formatação: Helio Rubiales

6 de out. de 2021

COELHO NETTO - Arte Tumular - 1581 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil

 


ARTE TUMULAR

Local:  Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil


Coelho Netto Academia Brasileira de Letras
Nascimento21 de fevereiro de 1864
CaxiasMaranhão
Morte28 de novembro de 1934 (70 anos)
Rio de JaneiroDistrito Federal
Nacionalidadebrasileiro
CidadaniaBrasil
Filho(s)PreguinhoEmmanuel Coelho Netto
Alma mater
OcupaçãoEscritor e político
Principais trabalhosA capital federal (1893), Miragem (1895), Inverno em flor (1897), O morto (1898), O rajá do Pendjab (1898), Tormenta (1901), Turbilhão (1906), Rei negro (1914)
Escola/tradiçãoSimbolismoModernismoParnasianismo
Movimento estéticosimbolismomodernismo
Religiãoespiritismo
Assinatura
Coelho Neto (writer) signature.png
PERSONAGEM 
Henrique Maximiano Coelho Netto (Caxias, 21 de fevereiro de 1864 — Rio de Janeiro, 28 de novembro de 1934) foi um escritor (cronista, folclorista, romancista, crítico e teatrólogo), político e professor brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras onde foi o fundador da Cadeira número 2. 
Morreu aos 70 anos

SINOPSE 
Foi considerado o "Príncipe dos Prosadores Brasileiros", numa votação realizada em 1928 pela revista O Malho. Apesar disto, foi consideravelmente combatido pelos modernistas, sendo pouco lido desde então, em verdadeiro ostracismo intelectual e literário. 

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho do português António (grafia europeia) da Fonseca Coelho com a indígena Ana Silvestre Coelho, que se mudaram do Maranhão para o Rio de Janeiro quando o filho contava apenas seis anos de idade.

Estudou no Colégio Pedro II, onde realizou os cursos preparatórios e ingressou na Faculdade de Medicina, que abandonou em seguida, matriculando-se em 1883 na Faculdade de Direito de São Paulo. 

No curso jurídico Coelho Neto expande suas revoltas, logo se envolvendo no movimento de alunos contra um professor e, para evitar represálias, transfere-se para a faculdade do Recife, e ali conclui o primeiro ano tendo por principal mestre Tobias Barreto.

Após este lapso, retorna para São Paulo, e logo participa de movimentos abolicionistas e republicanos, entrando em choque com os professores, não chegando a concluir o curso.

Sem se formar, retorna em 1885 para o Rio onde, ao lado de escritores como Olavo Bilac, Luís Murat, Guimarães Passos e Paula Ney forma um grupo cujas experiências vem a retratar no romance A Conquista, de 1899.

Ativo na campanha pela extinção da escravatura, alia-se a José do Patrocínio; labora como colaborador do jornal Gazeta da Tarde e, depois, para o A Cidade do Rio, onde foi secretário, ocasião em que inicia a publicação de seus textos literários.

Casou-se em 1890 com Maria Gabriela Brandão, filha do professor Alberto Olympio Brandão, com quem teve catorze filhos. Neste mesmo ano é nomeado secretário de governo do estado e em 1891 ocupa a direção de Negócios do Estado.

Em 1892 é nomeado para o magistério de História da Arte na Escola Nacional de Belas Artes. Depois leciona literatura no Colégio Pedro II; nesta atividade é nomeado, em 1910, para as cátedras de História do Teatro e Literatura Dramática na Escola de Arte Dramática do Rio, da qual foi mais tarde seu diretor.

Na política tornou-se deputado federal pelo estado natal, em 1909, reeleito em 1917. Ocupou ainda diversos cargos, e integrou diversas instituições culturais.

Em 1923 converteu-se ao Espiritismo, proferindo um discurso no Salão da Guarda Velha no Rio de Janeiro sobre sua adesão. Sobre a matéria, o "Jornal do Brasil" publicou entrevista com o escritor (7 de junho de 1923), anteriormente intransigente adversário do Espiritismo, e que a ele se converteu após ter participado, na extensão do seu escritório, de uma conversa ao telefone entre a sua neta, falecida em tenra idade, e a mãe dela. A 7 de junho de 1923, foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, de Portugal. 

Sua vida divide-se, assim, em três fases distintas: na primeira, aquela em que procura se firmar como escritor; a segunda, quando integra o movimento pela Academia, participa da política e obtém reconhecimento e consagração e, finalmente, a terceira, na qual experimenta os ataques modernistas e o consequente esquecimento.

MORTE
Morreu na cidade do Rio de Janeiro

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

29 de set. de 2021

DOUGLAS CROFT - Arte Tumular - 1580 - Cemitério Nacional Fort Rosecrans San Diego, San Diego County, California, EUA

 



ARTE TUMULAR

Lápide em mármore branco com o seu nome e datas gravados no gramado do cemitério militar

Local: Cemitério Nacional Fort Rosecrans San Diego, San Diego County, California, EUA 

JAZIGO SEÇÃO X LOCAL 1327
Fotos: Findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales

Douglas Croft
Nascer
Douglas Malcom Wheatcroft

12 de agosto de 1926
Faleceu24 de outubro de 1963 (37 anos)
Lugar de descansoCemitério Nacional Fort Rosecrans , Point Loma , San Diego, Califórnia , EUA
Nacionalidadeamericano
OcupaçãoAtor infantil, soldado
Anos ativos1941–1947

PERSONAGEM
Douglas Croft (nascido Douglas Malcolm Wheatcroft, 12 de agosto de 1926 - 24 de outubro de 1963) foi um ator infantil americano e um soldado que é mais lembrado por ser a primeira pessoa a interpretar o personagem da DC Comics Robin , o Garoto Maravilha, bem como sua identidade secreta Dick Grayson , na série Batman de 1943, quando ele tinha 16 anos.
Morreu aos 37 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Croft nasceu Douglas Malcolm Wheatcroft  em 12 de agosto de 1926, em Seattle , Washington , nos Estados Unidos.  Sua mãe, Beatrice Hayden, casou-se com o ator de cinema mudo Stanhope Nelson Wheatcroft. Eles se divorciaram em 1922,  e sua mãe se mudou para San Francisco . O divórcio de seus pais foi amargo e, na época em que nasceu, em agosto de 1926, Stanhope Wheatcroft tentou que Beatrice fosse declarada morta para que ele pudesse parar de pagar pensão alimentícia . 

CARREIRA
Croft estava morando com sua mãe em Los Angeles , Califórnia , em 1941. Fascinado por estrelas de cinema, um agente de talentos o viu vagando perto de um estúdio e o inscreveu.  Por volta de setembro de 1941, ele começou a usar o nome artístico "Douglas Croft".  Ele também cortou vários anos de sua idade, alegando em julho de 1941  e novamente em março de 1942 que tinha 11 anos.  Uma reportagem de um jornal de dezembro de 1941 listou sua idade como 12, quando ele tinha então 15 anos. 

Seu primeiro papel foi um pequeno papel em Remember The Day .  Seu segundo papel foi uma pequena parte no filme Kings Row de 1942 , [com seu primeiro papel importante e desempenho notável vindo no mesmo ano em Not A Ladies Man .  

Seu papel de estreia foi a do jovem George M. Cohan em 1942 do Oscar -winning Doodle Dandy Yankee . O ano de 1942 também viu Croft em um papel substancial como o jovem Lou Gehrig em The Pride of the Yankees e como Raymond em George Washington Slept Here .  então como Skip em Harrigan's Kid e como Davey em Presenting Lily Mars . 




 Croft foi o primeiro ator a interpretar o personagem de quadrinhos Robin em um filme, fazendo isso na série de filmes de 15 capítulos de 1943, Batman .  Em 2013, Croft continua a ser a pessoa mais jovem (com 16 anos) a retratar Robin, que na época era retratado em quadrinhos como um jovem adolescente. Os produtores fizeram uma mudança no personagem, que foi dar a Croft uma peruca de cabelos crespos indomáveis. 

Croft serviu nas forças armadas dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial . Em fevereiro de 1947, ele foi gravemente ferido em um acidente de motocicleta que matou o motorista John J. Masterson, de 19 anos.  Seu papel final no cinema, uma pequena parte em Killer McCoy de 1947 , foi filmado em junho ou julho de 1947.  A mãe de Croft morreu de um bloqueio intestinal em 3 de junho de 1950, aos 48 anos.  

MORTE
Douglas Croft morreu no dia 24 de outubro de 1963, no Hotel Palomar, em Los Angeles, Califórnia, perto do cruzamento da Santa Monica Boulevard e Avenure Ocidental , na mesma rua dos estúdios de Hollywood da 20th Century Fox. Ele morreu de intoxicação alcoólica aguda e doença hepática , aos 37 anos. Ele foi enterrado no Cemitério Nacional Fort Rosecrans, perto de San Diego , Califórnia. 

Fonte: en.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

24 de set. de 2021

CARLOS VI - Arte Tumular - 1578 - Saint Denis Basilique Saint-Denis, Departement de Seine-Saint-Denis, Île-de-France, France









 

Precedido por
Carlos V
Rei de França
1380 - 1422
Sucedido por
Carlos VII
Precedido por
João de Valois
Delfim de França
1368 — 1380
Sucedido por
Carlos de Valois


ARTE TUMULAR
Na catedral de Saint Denis, destaca-se uma base tubular grande em mármore negro, suportando duas esculturas em mármore branco do rei e da rainha deitados lado a lado

Local: Saint Denis Basilique Saint-Denis, Departement de Seine-Saint-Denis, Île-de-France, France
fotos: findagrave
Descrição tumular: Helio Rubiales


Carlos VI
Rei da França
Rei da França
Reinado16 de setembro de 1380
21 de outubro de 1422
Coroação4 de novembro de 1380
Antecessor(a)Carlos V
Sucessor(a)Carlos VII
Regentes
 
EsposaIsabel da Baviera
DescendênciaIsabel de Valois
Joana de Valois, Duquesa da Bretanha
Maria de Valois
Micaela de Valois
Luís, Delfim da França
João, Delfim da França
Catarina de Valois
Carlos VII de França
CasaValois
Nascimento3 de dezembro de 1368
 ParisFrança
Morte21 de outubro de 1422 (53 anos)
 ParisFrança
EnterroBasílica de Saint-Denis,
Saint-DenisFrança
PaiCarlos V de França
MãeJoana de Bourbon
ReligiãoCatolicismo
Brasão

PERSONAGEM
Carlos VI (Paris, 3 de dezembro de 1368 – Paris, 21 de outubro de 1422), também conhecido como o Bem Amado (Francês: le Bien-Aimé) e o Louco (Françês: le Fol ou le Fou), foi chefe da casa de Valois e Rei da França de 1380 até sua morte em 1422. Era casado com Isabel da Baviera, com quem teve doze filhos legítimos, incluindo seu sucessor Carlos VII. 
Morreu aos 53 anos.

SINOPSE BIBLIOGÁFICA
Tinha apenas 11 anos quando herdou o trono no meio da Guerra dos Cem Anos. O governo foi confiado a seus quatro tios: Filipe, o Audaz, Duque de Borgonha; João, Duque de Berry; Luís I, Duque de Anjou; e Luís II, Duque de Bourbon. Embora a idade real da maioridade fosse de 14 anos, os duques mantiveram seu domínio sobre o rei até assumir o poder com 21 anos de idade. Durante o governo de seus tios, os recursos financeiros do reino, meticulosamente construídos por seu pai Carlos V, foram desperdiçados pelo lucro pessoal dos duques, cujos interesses eram frequentemente divergentes ou até mesmo opostos. Como os fundos reais foram drenados, novos impostos tiveram de ser criados, o que provocou várias revoltas. 

Em 1388, o rei dispensou seus tios e trouxe de volta ao poder os ex-assessores de seu pai, conhecidos como os Marmousets. As condições políticas e econômicas no reino melhoraram significativamente, e Carlos ganhou o epíteto de "o Amado". Mas, em agosto de 1392, a caminho de Bretanha com seu exército na floresta de Le Mans, Carlos de repente enlouqueceu e matou quatro cavaleiros e quase matou seu irmão, Luís de Orleães. A partir de então, seus ataques de insanidade se tornaram mais frequentes e de maior duração. Durante esses ataques, tinha ilusões, acreditando que ele era feito de vidro ou negou que tinha uma esposa e filhos. Também poderia atacar servos ou correr até a exaustão, lamentando que era ameaçado por seus inimigos. Entre as crises, havia intervalos de meses durante os quais Carlos ficava relativamente são. No entanto, incapaz de se concentrar ou tomar decisões, o poder político foi levado para longe dele pelos príncipes de sangue, que poderiam causar muito caos e conflito na França. 

 Uma luta feroz pelo poder foi se desenvolvendo entre Luís de Orleães, irmão do rei, e João sem Medo, Duque de Borgonha, filho de Filipe, o Audaz. Quando João instigou o assassinato de Luís em novembro de 1407, o conflito degenerou em uma guerra civil entre os Armagnacs (partidários da Casa de Valois) e os Borguinhões. João ofereceu grandes partes da França ao rei Henrique V de Inglaterra, que ainda estava em guerra com a monarquia Valois, em troca de seu apoio. Após o assassinato de João sem Medo, seu filho Filipe, o Bom levou Carlos, agora chamado de "o Louco", a assinar o infame Tratado de Troyes (1420), que reconheceu o rei inglês como seu legítimo sucessor no trono de França e deserdou sua própria descendência. Quando Carlos VI morreu, foi sucedido por seu filho Carlos VII, que encontrou a casa de Valois em uma situação desesperadora.

MORTE
Carlos VI morreu em 21 de outubro de 1422 em Paris, no Hôtel Saint-Pol . [21] Ele foi enterrado na Basílica de Saint Denis , onde sua esposa Isabel da Baviera se juntou a ele após sua morte em setembro de 1435.
Fonte; pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

22 de set. de 2021

VANUSA - Arte Tumular - 1578 - Cemitério De Congonhas, São Paulo

 







ARTE TUMULAR


 Placa de bronze com o seu nome e datas gravados no gramado do cemitério. 
 Local: Cemitério de Congonhas, São Paulo 
 Descrição tumular: Helio Rubiales 

 
Vanusa
Nome completoVanusa Santos Flores
Nascimento22 de setembro de 1947
CruzeiroSP
Morte8 de novembro de 2020 (73 anos)
Santos, SP
Nacionalidadebrasileira
CônjugeAntônio Marcos (1972 – 76)
Augusto César Vannucci (1976 – 81,1984 – 86)
Filho(a)(s)Aretha Marcos
Ocupação
Carreira musical
Período musical1966–2020
Gênero(s)MPB
Rock
Música psicadélica
Instrumento(s)Vocais
Afiliações
Causa da morteinsuficiê

PERSONAGEM
Vanusa Santos Flores, conhecida como Vanusa (Cruzeiro, 22 de setembro de 1947 — Santos, 8 de novembro de 2020), foi uma cantora e compositora brasileira. 
Morreu aos 73 anos. 

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filha do ex-futebolista Luís dos Santos Flores e Noêmia Albino, Vanusa nasceu na cidade de Cruzeiro, no Vale do Paraíba paulista, sendo criada nas cidades mineiras de Uberaba e Frutal. Aos dezesseis anos, tornou-se vocalista do conjunto Golden Lions. Em uma das apresentações foi ouvida por Sidney Carvalho, da agência de propaganda Prosperi, Magaldi & Maia, que a convidou para ir a São Paulo. 

 Em 1966, durante os últimos anos do movimento cultural Jovem Guarda, apresentou-se no programa O Bom, de Eduardo Araújo, na extinta TV Excelsior de São Paulo. Logo, foi contratada pela RCA Victor e ganhou êxito com a canção "Pra Nunca Mais Chorar" (Eduardo Araújo e Carlos Imperial). O sucesso a fez participar do programa Jovem Guarda, da TV Record, em suas duas últimas edições. 

 Em 1968, gravou seu primeiro álbum, Vanusa, estreando ainda como compositora em três canções, uma delas em parceria com David Miranda. Cinco anos depois, em seu quarto LP, já como contratada da gravadora Continental, lançou seu maior sucesso: "Manhãs de Setembro", composta com Mário Campanha. Em 1975, lançou outro hit: "Paralelas", uma composição de Belchior. Em 1977, protagonizou ao lado de Ronnie Von a telenovela Cinderela 77, da Rede Tupi. 

Vanusa participou das novelas Marron Glacê e O Amor É Nosso 

Em 1997, publicou sua autobiografia, "Vanusa - A Vida Não Pode Ser Só Isso!", pela editora Saraiva. Em 2005, participou de vários concertos comemorativos aos 40 anos da Jovem Guarda. Em 2015, lançou seu primeiro álbum de canções inéditas em vinte anos: "Vanusa Santos Flores", produzido por Zeca Baleiro.[4] A cantora foi casada duas vezes, uma com o músico Antônio Marcos e outra com o ator e diretor de televisão Augusto César Vannucci. 

PROBLEMAS DE SAÚDE E MORTE
Em março de 2009, ao participar do primeiro encontro estadual para agentes públicos na Assembleia Legislativa de São Paulo, Vanusa cantou o Hino Nacional Brasileiro de forma desafinada e errada. Mais tarde alegou a má interpretação por estar sob a ação de um remédio contra labirintite, errando a letra. No ano seguinte, a cantora voltou a ter problemas em outra apresentação, ao cantar no Parque do Idoso, em Manaus, em um evento em homenagem ao Dia dos Pais. Ela errou a letra de Sonhos de Um Palhaço de seu ex-marido Antônio Marcos, e para compensar o equívoco, cantou um trecho de Como Vai Você, outra canção de Antônio Marcos. Segundo ela, sempre confundia as duas canções. 

 Em setembro de 2020, a cantora foi internada na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital dos Estivadores, em Santos (SP), após ter apresentado quadro de pneumonia. No mês seguinte obteve alta hospitalar, depois de 32 dias de internação. Vanusa sofria de outras doenças, como uma síndrome demencial, semelhante ao mal de Alzheimer. Todos esses problemas foram causados por um histórico de depressão pelo qual a artista passou durante a década de 2000, que a tornou dependente de remédios e bebidas alcoólicas. 

 Depois da alta hospitalar, Vanusa retornou para uma casa de repouso em Santos, onde estava morando havia dois anos. Morreu na madrugada de 8 de novembro de 2020, vitimada por uma insuficiência respiratória. 
 Fonte: pt.wikipedia.org 
Formatação: Helio Rubiales

WERNER von SIEMENS - Arte Tumular - 1577 - Südwestkirchhof Stahnsdorf, Berlim, Germany



ARTE TUMULAR
Grandiosa construção tumular em blocos de mármore cinza, composto na parte central, uma parede   com uma efigie circular em relevo da imagem lateral de Werner von Siemens, tendo abaixo gravado no mármore o seu nome e datas., logo abaixo no piso o local do sepultamento, em formato retangular coberto de flores. Ladeando o seu tumulo, um de cada lado, dois túmulos de familiares no mesmo formato, encimado por placas de bronze identificatórias.
Local: Südwestkirchhof Stahnsdorf, Berlim, Germany
Foto: pt.wikipedia.org
Descrição tumular: Helio Rubiales



Werner von Siemens
Nome completoErnst Werner von Siemens
Nascimento13 de dezembro de 1816
Lenthe (hoje Gehrden), Baixa Saxônia
Flag of the German Confederation (war).svg Confederação Germânica
Morte6 de dezembro de 1892 (75 anos)
Berlim, Berlim (estado)
Flag of the German Empire.svg Império Alemão
Nacionalidadealemão
OcupaçãoInventor e industrial
Carreira musical
Afiliações
Assinatura
Werner-von-Siemens signature.png

PERSONAGEM
Ernst Werner von Siemens (Lenthe, 13 de dezembro de 1816 — Berlim, 6 de dezembro de 1892) foi um inventor e industrial alemão responsável por diversas invenções, tais como o telégrafo de ponteiro, o elevador elétrico, o fotômetro de selênio, o gerador elétrico e o dínamo elétrico de corrente alternada. Foi ainda o construtor das primeiras linhas de telégrafo da Europa e um dos fundadores do conglomerado Siemens AG. Seu nome - siemens (símbolo: S) - é uma unidade do Sistema Internacional de Unidades (SI) que mede a condutância elétrica e a emitância. 
Morreu aos 75 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Werner von Siemens nasceu em 13 de dezembro de 1816 e foi o quarto de quatorze filhos de uma família de fazendeiros da região de Hannover, noroeste da Alemanha. A difícil situação financeira da família interrompeu os estudos de Werner ainda na adolescência, o que o obrigou a sair da escola em 1834 para se alistar no exército prussiano, onde recebeu aulas de engenharia. Os três anos em que passou na Escola de Artilharia e Engenharia em Berlim deram a ele uma sólida base para seus futuros trabalhos no campo da engenharia elétrica. 

 À época, o exército prussiano estava particularmente interessado em tornar seus meios de comunicação muito mais rápidos e confiáveis. Em 1847, Werner von Siemens usou seus conhecimentos de engenharia e criou sua primeira grande invenção, o telégrafo de ponteiro, um equipamento muito mais confiável e moderno do que os telégrafos da época. Seu funcionamento também era mais simples: ao invés de exigir que o usuário conhecesse o código morse, Siemens criou um sistema com teclas distintas para cada letra do alfabeto, podendo ser operado por qualquer pessoa alfabetizada. 

O sucesso da invenção criou as bases para a fundação da Telegraphen-Bauanstalt von Siemens & Halske, companhia fundada por Werner von Siemens e pelo amigo e mecânico Johann Georg Halske em outubro de 1847. Dois anos depois, Siemens deixou o exército para se dedicar completamente à nova empresa. 

Uma das primeiras providências tomadas por Siemens na nova empresa foi a designação de membros de sua família para os cargos mais importantes, inclusive nas operações do exterior. A ideia era contar com pessoas bem capacitadas e que fossem leais a ele para assumir posições-chave no momento de expansão e consolidação da empresa. 

Em poucos anos, a Siemens & Halske deixou de ser uma oficina de engenharia de precisão, especializada principalmente em telégrafos, e passou a figurar entre as maiores empresas de engenharia elétrica do mundo, inclusive com operações internacionais dentro da Europa e grandes realizações no currículo, como a construção da primeira linha de telégrafo de longa distância ligando Berlim à Frankfurt; a instalação de toda a rede de telégrafos da Rússia, que se estendia da região do Báltico até o Mar Negro e teve seus trabalhos chefiados pelo irmão mais novo de Werner, Carl Siemens; e a produção e instalação, por conta própria, dos primeiros cabos de telégrafo submarinos na Inglaterra – trabalho chefiado por outro irmão de Werner, Wilhelm (ou William, seu nome inglês). 

Enquanto administrava sua empresa, Werner von Siemens se dedicava intensamente às pesquisas científicas. Em 1866, ele deu uma de suas maiores contribuições para a engenharia elétrica ao descobrir o princípio dínamo-elétrico, que abriu caminhos para que a eletricidade pudesse ser usada como uma fonte de energia. 

Em uma época em que a engenharia elétrica se desenvolvia a todo vapor, as inovações apresentadas por Siemens foram destaque no campo científico e seu nome logo se tornou sinônimo de tecnologia. Em 1879, ele apresentou em uma feira em Berlim a primeira ferrovia elétrica do mundo e, no mesmo ano, foi responsável pela instalação dos primeiros semáforos elétricos da cidade. Em 1880, Siemens construiu em Mannheim o primeiro elevador elétrico e, um ano depois, instalou em Berlim-Lichterfelde o primeiro bonde elétrico do mundo. 

Além de inventor e empresário, Werner von Siemens também foi político e membro da assembleia prussiana de 1862 a 1866. Em 1879, ele ajudou a fundar a Sociedade de Engenharia (Elektrotechnischer Verein), que encorajou a criação de cursos de engenharia elétrica em universidades alemãs. Siemens também foi um dos patronos do Instituto Físico e Técnico do Reich quando foi fundado em 1887. Ele não só doou quantias generosas como também cedeu o terreno no qual o instituto foi construído. 

Durante sua vida, Werner von Siemens recebeu diversas honrarias em reconhecimento dos serviços prestados para a ciência e para a sociedade, incluindo um doutorado honoris causa em filosofia pela Universidade de Berlim, uma condecoração como cavaleiro da ordem Pour le Mérite (a mais alta condecoração militar da Prússia) por seus feitos artísticos e científicos e foi alçado à nobreza pelo imperador Frederico III em 1888. 

MORTE
Werner von Siemens se afastou de seus negócios em 1890, mas continuou exercendo forte influência na Siemens & Halske até morrer no dia 6 de dezembro de 1892, deixando quatro filhos – um deles, Carl Friedrich von Siemens, administraria a empresa do pai quase dez anos depois . Foi sepultado no Luisenfriedhof I e depois seus restos mortais foram trasladados para o Südwestkirchhof Stahnsdorf, em Berlim.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

21 de set. de 2021

PACAL, O GRANDE - Arte Tumular - 1576 - B'olon Yej Te' Naah, Palenque, México

 




Títulos do reinado
Precedido por
Sak Kʼuk '
Rei de Palenque
26 de julho de 615 - 28 de agosto de 683
Sucedido por
Kʼinich Kan Bahlam II

ARTE TUMULAR


Túmulo como foi encontrado


Uma reconstrução do túmulo de Pakal no Museu Nacional de Antropologia

Pirâmide onde foi encontrado o túmulo

Pakal foi enterrado em um sarcófago colossal na maior das estruturas piramidais escalonadas de Palenque , o edifício chamado Bʼolon Yej Teʼ Naah "Casa das Nove Lanças Afiadas "  em Maia Clássico e agora conhecido como o Templo das Inscrições . Embora Palenque já tenha sido examinado por arqueólogos antes, o segredo para abrir sua tumba - fechada por uma laje de pedra com tampas de pedra nos orifícios, que até então tinha escapado à atenção dos arqueólogos - foi descoberto pelo arqueólogo mexicano Alberto Ruz Lhuillier em 1948. Demorou quatro anos para limpar os escombros da escada que desce para a tumba de Pakal, mas finalmente foi descoberto em 1952. Seus restos mortais ainda estavam em seu caixão, usando uma máscara de jade e colares de contas, cercados por esculturas e relevos de estuque representando a transição do governante para a divindade e figuras da mitologia maia . Traços de pigmento mostram que já foram pintados com cores, comuns em muitas esculturas maias da época.  O Templo das Inscrições . Se os ossos na tumba são realmente os de Pakal está em debate porque a análise do desgaste nos dentes do esqueleto coloca a idade do proprietário na morte como 40 anos mais jovem do que Pakal teria no momento de sua morte. Os epígrafes insistem que as inscrições na tumba indicam que é de fato Kʼinich Janaabʼ Pakal sepultado ali, e que ele morreu aos 80 anos após governar por cerca de 70 anos. Alguns contestam que os glifos se referem a duas pessoas com o mesmo nome ou que um método incomum para registrar o tempo foi usado, mas outros especialistas na área dizem que permitir tais possibilidades iria contra tudo o que é conhecido sobre o calendário maia e registros de eventos. A explicação mais comumente aceita para a irregularidade é que Pakal, sendo um aristocrata, tinha acesso a alimentos mais macios e menos abrasivos do que a pessoa média, de modo que seus dentes naturalmente adquiriam menos desgaste. Um túnel de água subterrâneo foi encontrado sob o Templo das Inscrições em 2016. Mais tarde, uma máscara de Pakal foi descoberta em agosto de 2018. 


Pacal II, o Grande
Rei Maia (ajaw ou senhor de Palenque)
PacalII.svg
Reinado615 d.C.—683 d.C.
ConsorteTz'akbu, Rainha-Consorte de Palenque
Antecessor(a)Sak K'uk'Senhora de Palenque
Sucessor(a)K'inich Kan Bahlam II, Rei de Palenque
Nascimento603 d.C.
 Palenque (cidade-estado), Domínio Maia de B'aakal (hoje Chiapas México)
Morte683 d.C.
 Palenque (cidade-estado), Domínios Maia de B'aakal (hoje Chiapas México)
EnterroTemplo das InscriçõesPalenque
Filho(s)Bahlam II
Chitam II
Mat I
PaiK'an Mo' Hix
MãeSak K'uk'

PERSONAGEM
K'inich J'anaab Pakal, também conhecido como Pacal II ou Pacal, o Grande (Palenque, 23 de março de 603 d.C. – Palenque, 28 de agosto de 683 d.C.) foi o governante do estado maia de B'aakal cuja sede era a cidade de Palenque.
Morreu aos 80 anos

SINOPSE BIBLIOGRÁFIOCA
Pacal II é o mais conhecido dos senhores de Palenque em razão do desenvolvimento e sofisticação que B'aakal atingiu durante o seu governo, bem como pela sua tumba, considerada um dos achados arqueológicos mais importantes da Mesoamérica. Ele era filho de K'an Mo' Hix e Sak K'uk', filha de Janaab' Pakal. Teve, com sua esposa Tz'akb'u Ajaw, três filhos e possivelmente uma filha. 

Uma teoria pseudoarqueológica popular alega que as inscrições no sarcófago de Pacal seriam uma espaçonave.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales