“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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24 de mar. de 2025

BOLINHA (Édson Cabariti) - Arte Tumular - 1950 - Cemitério de Paquetá, Santos, São Paulo, Brasil


 












ARTE TUMULAR
Túmulo de formato retangular a cerca de 80 cm. de altura em granito escuro polido, com um tampo também em granito, com uma tonalidade mais clara  na parte central com uma cruz latina em relevo. Na cabeceira tumular destaca-se uma construção (lápide) inicialmente baixa, elevando-se nas laterais convergindo para uma parte central. Na parte baixa está fixada a placa em metal com o seu nome e datas, bem como uma foto em cerâmica de formato oval.

Local: Cemitério de Paquetá, Santos, São Paulo, Brasil
Fotos: https://www.youtube.com/watch?v=v7UuhYwueK0
Descrição tumular: hrubiales

Bolinha

Bolinha durante seu programa na TV
Nome completoEdson Cabariti[nota 1]
Outros nomesÉdson Cury
Nascimento16 de julho de 1936
BauruSP
Morte1 de julho de 1998 (61 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidadebrasileiro
Ocupaçãoradialista
apresentador de televisão
PERSONAGEM
Edson Cabariti (Bauru, 16 de julho de 1936 — São Paulo, 1 de julho de 1998), conhecido artisticamente como Bolinha, foi um radialista e apresentador de televisão brasileiro. 
Morreu aos 61 anos.
 
BIOGRAFIA
Bolinha nasceu como Edson Cabariti, em Bauru e criado em Santos, litoral do estado de São Paulo, em 1936. De ascendência turca e síria, mudou-se ainda cedo com a sua família para a cidade de Araçatuba. Foi mascate, feirante, engraxate, cobrador de ônibus, vendedor de velas para cemitério e balconista e em 1961, mudou-se para São Paulo para ser repórter de campo em jogos de futebol. 

INÍCIO DE CARREIRA NA TV
Iniciou a carreira como locutor esportivo. Posteriormente, na TV Excelsior, passou a ser o responsável pelos flashes esportivos do programa Últimas Notícias. 

Edson Cabariti, adotou o nome artístico Édson Cury pois, segundo ele, o seu verdadeiro nome não soava bem no rádio

A estreia como apresentador ocorreu quando em janeiro de 1967, a diretoria da Excelsior solicitou que substituísse o apresentador Chacrinha, que tinha um programa de auditório e havia se desentendido com os diretores da emissora, deixando a empresa repentinamente. Ao assumir do programa, a audiência aumentou e foi efetivado no cargo. Neste período, revelou muitos talentos, tais como Eneida Laís, Roberto Makassa, Margareth Menezes, Ítalo Ayala e Jarbas Piccioli. 

CLUBE DO BOLINHA
Veio a tornar-se célebre como o apresentador do programa Clube do Bolinha, o qual ficou no ar durante 20 anos na TV Bandeirantes entre 1974 e 1994 e o qual alcançou 8 pontos de audiência – então, um dos programas-líderes da emissora em audiência. 

Uma das atrações do Clube era o quadro Eles e Elas, no qual transformistas e travestis apresentavam-se.[6] Os mais variados artistas tais como Alan & Aladim, Leandro & Leonardo e Arnaldo Antunes voltaram ao programa após já famosos para agradecer ao programa bem como ao próprio o apoio do apresentador no início de suas carreiras. 

Um fato dos mais marcantes em toda a trajetória do apresentador foi sobre o cantor Paulo Sérgio. No dia 27 de julho de 1980, Paulo Sérgio fez no Clube aquela que seria a sua última apresentação na televisão. Horas após deixar os estúdios da TV Bandeirantes em São Paulo, o cantor sofreria um derrame cerebral e morreria no dia 29 de julho.

BOLETES
Boletes A maior marca do Clube era o elenco de bailarinas, conhecidas carinhosamente como "boletes". O elenco das bailarinas era composto também por certas ex-chacretes.

MORTE
Morreu às 2h30 de 1º de julho de 1998, aos 61 anos, apenas 15 dias antes de completar o 62º aniversário, vitimado por um câncer no aparelho digestivo. Estava internado no Hospital 9 de Julho para tratamento da doença que havia sido descoberta três anos antes de sua morte. Nos seis meses antes de morrer, a doença havia se agravado. Está sepultado no Cemitério do Paquetá, em Santos, no litoral de São Paulo. 

Fonte: Wikipédia
Formatação e pesquisa: hrubiales



AGOSTINHO DOS SANTOS - Arte Tumular - 1949 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil

 






Local: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro


Agostinho dos Santos

Agostinho em 1969.
Nascimento25 de abril de 1932
São PauloSPBrasil
Morte12 de julho de 1973 (41 anos)
ParisFrança
Causa da morteacidente aéreo (Voo Varig 820)
Nacionalidadebrasileiro
Ocupação
Carreira musical
Período musical1951–1973
Gênero(s)bossa nova
Instrumento(s)vocais

PERSONAGEM
Agostinho dos Santos (São Paulo, 25 de abril de 1932 — Paris, 12 de julho de 1973) foi um cantor e compositor brasileiro.
Morreu aos 41 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Natural de São Paulo, foi crooner de orquestra, trabalhou nas rádios América e Nacional. Em 1955, foi para o Rio de Janeiro cantar com Ângela Maria e Sílvia Teles na Rádio Mayrink Veiga e gravou, no ano seguinte, o LP "Uma Voz e seus Sucessos", com músicas de Tom Jobim e Dolores Duran.

Foi intérprete no filme Orfeu do Carnaval, de Marcel Camus, com trilha sonora de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, que lhe rendeu dois grandes sucessos: "Manhã de Carnaval" (L. Bonfá/ Moraes) e "A Felicidade" (Jobim/ Moraes).

Nos anos 50 e 60 ganhou prêmios e atuou como compositor, além de cantor. Participou do Festival de Bossa Nova no Carnegie Hall, em Nova Iorque (1962) com o conjunto de Oscar Castro Neves. Teve uma rápida passagem pelo rock'n'roll nos anos 50, gravando "Até Logo, Jacaré", versão de Julio Nagib para "See You Later, Alligator", de Bill Halley & His Comets. Excursionou pela Europa.



Seu maior sucesso foi cantando músicas da peça Orfeu da Conceição e depois do filme Orfeu Negro, como Manhã de Carnaval e Felicidade. Participou da apresentação de bossa nova no Carnegie Hall, em Nova Iorque (1962).

MORTE
Faleceu, em 1973, em trágico desastre aéreo nas imediações do Aeroporto de Orly em Paris, no Voo Varig 820.


Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: HRubiales

ALMIRANTE ( Henrique Foréis Domingues) -Compositor- Arte Tumular - 1948 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil

 







ARTE TUMULAR
Tumulo em formato retangular a cerca de 80 cm. de altura, em granito escuro polido, tendo na cabeceira tumular uma cruz latina em metal. Na parte superior um tampo com o nome da família em letras de metal, encerra o túmulo. 


Local: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil
Fotos: https://www.youtube.com/watch?v=rZb1ozfBq5E (Meu Brasil de História)
Descrição tumular: hrubiales

Almirante
Almirante em 1955
Informações gerais
Também conhecido(a) comoA Maior Patente do Rádio
Nascimento19 de fevereiro de 1908
Rio de JaneiroDF
Brasil
PaísBrasil
Morte22 de dezembro de 1980 (72 anos)
Rio de JaneiroRJ
Brasil
Gênero(s)Marchasamba
Período em atividade1929–1978
Gravadora(s)Odeon
Parlophon
Victor
Todamérica
Continental
Sinter
Fontana
Imperial
MEC
Afiliação(ões)Bando de Tangarás

PERSONAGEM
Henrique Foréis Domingues (Rio de Janeiro, 19 de fevereiro de 1908— Rio de Janeiro, 22 de dezembro de 1980 ) foi um cantor, compositor e radialista brasileiro, também conhecido por Almirante. Seu codinome na Era de Ouro do Rádio era: "a mais alta patente do Rádio".
Morreu aos 71 anos de idade.

SINOPSE ARTÍSTICA
Pioneiro da música popular no país, começou sua carreira musical em 1928 no grupo amador "Flor do Tempo" formado por alunos do Colégio Batista, do bairro da Tijuca, Rio de Janeiro. Compunham o grupo, além de Almirante (cantor e pandeirista) os violonistas Braguinha (João de Barro) Alvinho e Henrique Brito.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho de Eduardo Foréis Domingues e Maria José Foréis, nasceu em Vila Isabel, tradicional bairro carioca. Aprendeu a ler em Barbacena, continuando depois seus estudos em um colégio de Friburgo onde estudou um pouco de alemão. Com a morte de seu pai, em 1924, começou a trabalhar como caixeiro de uma loja. Em 1925, empregou-se no comércio, na seção de vidros e santos da Casa Cruz, depois numa fábrica de linhas e em seguida no Magazine Costa Guimarães.

 Em 1926, foi fazer a reserva naval, na Marinha de Guerra do Brasil, estudando de noite para não perder o emprego. No ano seguinte, a 5 de julho, participou das solenidades de recepção do hidroavião Jaú. Em um carro que cruzava as ruas da capital, com o Capitão Matias da Costa, dirigente da reserva, sentado na frente, ia ele atrás, como ordenança, instalado em um banquinho, todo duro e engomado. Na rua, perguntavam: "Quem é o da frente?" É o comandante. Esse aí atrás? Ah, esse deve ser o Almirante! O apelido pegou. E o reservista naval Henrique Foréis Domingues foi definitivamente promovido a Almirante, ao menos para a MPB.

CARREIRA ARTÍSTICA
 Depois de servir à Marinha, estudou Contabilidade, chegando a ser guarda-livros de algumas firmas comerciais. Em 1928, conheceu João de Barro, "Braguinha". Este convidou-o, um dia, para uma festa em sua casa. Braguinha organizara um conjunto musical de garotos para se divertirem. Foi convidado, nessa mesma noite, para ser o pandeirista do conjunto, que era conhecido como Flor do Tempo, e contava com elementos de valor, como os violonistas Álvaro Miranda Ribeiro (Alvinho) e Henrique Brito. Depois de participar, com muito sucesso, de várias festas e shows, o conjunto foi convidado a fazer gravações. Diante da impossibilidade de levar toda aquela multidão (de 20 a 30 pessoas) para o estúdio, combinaram então que fariam um conjunto menor com Braguinha (violão e vocal), Noel Rosa (violão), Henrique Brito (violão) e Almirante (pandeiro e vocal) e por sugestão de Braguinha adotaram o nome de "Bando dos Tangarás". Segundo a lenda, os Tangarás se reúnem em grupos de cinco e fazem uma roda de dança.

Casou-se com Ilka Braga Domingues, irmã de Braguinha, passando a residir, por coincidência, na Rua Almirante Cockrane, em um edifício também chamado Almirante (Cockrane).

Em janeiro de 1958, quase morreu, vítima de derrame cerebral, que o obrigou a reaprender a falar, fato que o marcou profundamente a partir de então.






O "bando" se desfez em 1933 mas Almirante continuou sua carreira como cantor, interpretando sambas e músicas de carnaval, muitas de grande sucesso e hoje clássicos da música popular brasileira, como "O Orvalho Vem Caindo" (Noel Rosa / Kid Pepe), "Yes, Nós Temos Bananas" e "Touradas em Madri" (João de Barro/Alberto Ribeiro), entre outras.

Autor de uma das mais famosas músicas carnavalescas, "Na Pavuna", possuía enorme biblioteca e discoteca sobre música brasileira.

Em 1951, tornou-se o primeiro biógrafo do Poeta da Vila, ao produzir para a Rádio Tupi do Rio de Janeiro a série de programas semanais No Tempo de Noel Rosa, com histórias, depoimentos e interpretações de suas músicas, muitas delas inéditas. Entre 18 de outubro de 1952 e 3 de janeiro de 1953, publicou na Revista da Semana, em capítulos, A Vida de Noel Rosa. Em 1963, com o mesmo título da série radiofônica, a editora Francisco Alves lançou seu livro sobre o ex-companheiro do Bando de Tangarás.

MORTE
Morreu no Rio de Janeiro.

 SEUS SUCESSOS
1930 Na Pavuna
1931 Eu Vou Pra Vila
1931 Já Não Posso Mais
1933 Prato Fundo
1933 Moreninha da Praia
1933 Contraste
1933 O Orvalho Vem Caindo
1934 Menina Oxigenê
1934 Ninguém Fura o Balão
1935 Deixa a Lua Sossegada
1935 Pensei Que Pudesse Te Amar
1936 Amor em Excesso
1936 Marchinha do Grande Galo
1936 Levei Um Bolo
1936 Tarzan (O Filho do Alfaiate)
1937 Vida Marvada
1937 Apanhei Um Resfriado
1938 Yes, Nós Temos Bananas
1938 Touradas em Madrid
1939 Hino do Carnaval Brasileiro
1939 Vivo Cantando
1939 O Que é Que Me Acontecia
1940 Minha Fantasia
1941 Não Sei Dizer Adeus
1941 Qual Será o Score Meu Bem?
1951 Marchinha do Poeta

Fonte:pt.wikipedia.org, http://www.dicionariompb.com.br/almirante/biografia
Formatação: HRubiales

22 de mar. de 2025

PROCÓPIO FERREIRA - Arte Tumular - 1947 - Cemitério S. Francisco Xavier, Caju, Rio de Janeiro, Brasil





ARTE TUMULAR


Local: Cemitério São Francisco Xavier, Caju, Rio de Janeiro, Brasil


Procópio Ferreira
Procópio Ferreira em 1943
Nome completoJoão Álvaro de Jesus Quental Ferreira
Nascimento8 de julho de 1898
Rio de JaneiroDF
Nacionalidadebrasileiro
Morte18 de junho de 1979 (80 anos)
Rio de JaneiroRJ
OcupaçãoAtordiretor de teatro e dramaturgo
Filho(a)(s)6, incluindo Bibi Ferreira
Assinatura
Assinatura de Procópio Ferreira

PERSONAGEM
João Álvaro de Jesus Quental Ferreira , mais conhecido como Procópio Ferreira (Rio de Janeiro, 8 de julho de 1898 — Rio de Janeiro, 18 de junho de 1979), foi um ator, diretor de teatro e dramaturgo brasileiro.
Morreu aos 81 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
É considerado um dos grandes nomes do teatro brasileiro. Procópio descobriu cedo o talento de envolver a plateia, arrastando aos seus espetáculos contingentes de público de fazer inveja aos maiores sucessos de hoje. Em 62 anos de carreira, Procópio interpretou mais de 500 personagens em 427 peças.

 Era filho de Francisco Firmino Ferreira e de Maria de Jesus Quental Ferreira, ambos portugueses naturais da ilha da Madeira, em Portugal.

Ingressou na Escola Dramática do Rio de Janeiro a 22 de março de 1917. Representou mais de 450 peças, de todos os gêneros, desde o teatro de revista até a tragédia grega. Em toda a Historia do Teatro Nacional foi o ator que maior número de peças nacionais interpretou e, que maior número de autores lançou.

Procópio Ferreira atuava no circo-teatro, gênero que, se não foi criado no Brasil, aqui teve pleno desenvolvimento. Tratava-se de um circo que, além de números de acrobacias, malabarismo e palhaçadas, apresentava a adaptação de peças de teatro. Do circo-teatro passou às comédias. Procópio Ferreira dizia que o sucesso chegou quando ele parou de pensar com a sua própria cabeça para pensar com a cabeça do público.



Sua primeira peça foi Amigo, Mulher e Marido, fazendo o papel de um criado, em 1917, no Teatro Carlos Gomes. Seu maior sucesso no teatro foi o espetáculo Deus lhe Pague, de Joracy Camargo, com o qual viajou o país inteiro e foi para o exterior. Participou de mais de quatrocentas peças e teve uma carreira de mais de 60 anos.

Lançou o teatro de frases, com tiradas e expressões cortantes para substituir a tradicional comédia de costumes. No cinema, começou com a produção portuguesa "O Trevo de Quatro Folhas" (1936). No Brasil, atuou em "Quem Matou Ana Bela" (1956) e no sucesso de crítica e público "O Comprador de Fazendas" (1951), baseado no conto de Monteiro Lobato.

CASAMENTOS
Um homem que vivia intensas paixões, foi pai de 6 filhos. De seu primeiro casamento com a artista Argentina Aida Izquierdo nasceu uma das mais importantes atrizes e diretoras brasileiras, Bibi Ferreira. casou também com a grande atriz Norma Geraldy e com a atriz Hamilta Rodrigues. do casamento com Hamilta Rodrigues nasceram Maria Maria, João Procópio Filho e Francisco de Assis Procópio Ferreira. De seu relacionamento com a atriz Lígia Monteiro nasceu a Diretora e jornalista Lígia Ferreira. Do romance com a musicista Celecina Nunez nasceu a cantora Mara Sílvia (nome artístico de Mariazinha, como era chamada pelo pai). Um grande Homem, pai e avo (Tina Ferreira filha de Bibi, João Procópio Neto filho de Mariazinha, Bianca filha de Lígia Ferreira, Alice Ferreira filha de Maria Maria e Alessandra Ferreira filha de João Procópio Filho).

MORTE
Faleceu aos 81 anos incompletos, às 17 horas do dia 18 de junho de 1979, no Hospital de Clínicas Quarto Centenário, Rio de Janeiro, onde estava internado havia 21 dias, de parada cardíaca causada por pneumonia.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: HRubiales

SANDRA BRÉA - Arte Tumular - 1946 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil




 ARTE TUMULAR

Foi sepultada no Cemitério São João Batista, em Botafogo. Após 15 anos, seus restos mortais foram exumados e encontram-se no cemitério à espera de um jazigo, como revelou Welson Rocha no seu canal "Meu Brasil de Histórias" no YouTube.


Local: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil


Sandra Bréa

Nome completoSandra Bréa Brito
Nascimento11 de maio de 1952
Rio de JaneiroDistrito FederalBrasil
Morte4 de maio de 2000 (47 anos)
Rio de JaneiroRJBrasil
Nacionalidadebrasileira
Ocupaçãoatrizmodelobailarinacantora e apresentadora


PERSONAGEM
Sandra Bréa Brito (Rio de Janeiro, 11 de maio de 1952 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 2000), conhecida profissionalmente como Sandra Bréa, foi uma atriz brasileira.
Morreu aos 47 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Foi considerada símbolo sexual do país na década de 1970 e na década de 1980. Ela era famosa não apenas pelos seus muitos trabalhos, mas também por ter assumido publicamente, em agosto de 1993, que foi contaminada pelo vírus da AIDS, lutando contra a discriminação. Contudo, a atriz faleceu vítima de câncer de pulmão, sete anos mais tarde.

Foi expoente do Movimento de Arte Pornô .

CARREIRA
Sandra Bréa iniciou sua carreira aos treze anos de idade, como modelo. Aos catorze, ela seguiu para o teatro de revista do Rio, onde estrelou Poeira de Ipanema.

Em 1972, o diretor Daniel Filho convidou-a para interpretar Telma, personagem da novela O Bem-amado, da Rede Globo.

Como atriz estreou, em 1968, na peça Plaza Suite, tendo sido escolhida para o papel pelo diretor João Bittencourt e pela atriz Fernanda Montenegro.

Contratada por Moacyr Deriquém, foi trabalhar na Rede Globo, estreando na telenovela Assim na Terra Como no Céu, em 1970. Seu primeiro grande papel, porém, foi no clássico O Bem Amado, de Dias Gomes, em 1973. Em seguida, atuou em Os Ossos do Barão e Corrida do Ouro, Escalada, O Pulo do Gato , Memórias de Amor, Elas por Elas, Sabor de Mel, Ti Ti Ti, Bambolê, Pacto de Sangue, Gente Fina e Felicidade. Com exceção de Sabor de Mel, feita na Rede Bandeirantes, todas as demais foram feitas na Rede Globo.

Logo que estreou na televisão, Sandra Bréa começou a fazer não apenas novelas, mas também shows, como Faça Humor, Não Faça Guerra, onde conheceu Luís Carlos Miele, que veio a ser seu parceiro em uma série de apresentações que misturavam canto, dança e humor, principalmente no programa Sandra e Miele, apresentado pela Rede Globo a partir de 1976, tornando-se um grande sucesso de crítica e de audiência.

Muito bonita, Sandra Bréa foi um dos principais símbolos sexuais do Brasil, principalmente na década de 1970, tendo posado nua diversas vezes para as revistas como Status e Playboy, entre outras. Sua beleza também rendeu convites para filmes eróticos (como Sedução; Cassy Jones, o Magnífico Sedutor; Herança dos devassos, Um uísque antes, um cigarro depois e Os Mansos) e pornochanchadas. Seus primeiros nus foram feitos ainda na década de 1970, em pleno regime militar, quando esse tipo de coisa era bem menos comum.

VIDA PESSOAL
De 1972 até 1975, Sandra Bréa foi casada com Eduardo Espínolla Netto, de quem se divorciou. Sandra também teve outros dois maridos, Antonio Guerreiro e Arthur Guarisse. Ela deixou um filho adotado, Alexandre Bréa Brito, com quem alegadamente estava brigada à época de sua morte.

MORTE
Desde que anunciou que era soropositiva, Sandra Bréa se afastou de tudo e de todos. Em dezembro de 1999, seus médicos detectaram um tumor maligno no pulmão em estágio avançado e lhe deram seis meses de vida. No mês seguinte, foi internada e submetida a uma biópsia. A proposta foi de um tratamento à base de quimioterapia e radioterapia. Sandra recusou. 

No final de abril de 2000, já praticamente sem voz, com muitas dores, insuficiência respiratória e febre, a atriz concordou em receber um oncologista. 

Em 2 de maio de 2000, ela foi levada ao Hospital Barra D'or para fazer uma tomografia computadorizada. Não soube o resultado, pois morreu dois dias depois em sua casa, em Jacarepaguá.
 “Não morrerei de Aids”, dizia. “Vou morrer como qualquer um, atropelada.”

Fonte : pt.wikipedia.org
Formatação: HRubiales

RENATA FRONZI - Arte Tumular - 1945 - Crematório do Caju, Zona Portuária do Rio de Janeiro, Brasil

 







ARTE TUMULAR
Seu corpo foi cremado e as cinzas entregue aos familiares

Local: Crematório do Caju, Rio de Janeiro

Renata Fronzi
Em cena do filme Salário Mínimo (1970)
Nome completoRenata Mirra Ana Maria Fronzi
Nascimento1 de agosto de 1925
Rosário
Nacionalidadeargentina
brasileira
Morte15 de abril de 2008 (82 anos)
Rio de Janeiro
Ocupaçãoatriz
Atividade1943-2007
CônjugeCésar Ladeira (1949-1969)


PERSONAGEM
Renata Mirra Ana Maria Fronzi (Rosário, 1 de agosto de 1925 — Rio de Janeiro, 15 de abril de 2008) foi uma atriz brasileira nascida na Argentina.
Morreu aos 82 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Filha de dois atores italianos radicados no Brasil, Cesare Fronzi e Iolanda Vernati, Renata começou sua carreira como bailarina no Teatro Municipal de São Paulo.

Começou sua carreira no teatro na cidade paulista de Santos, onde a família havia se estabelecido.

Fez diversas peças de teatro na companhia de teatro de Eva Todor, tornando-se conhecida vedete do teatro de revista ou rebolado. Trabalhou com o lendário Walter Pinto. No fim da década de 40, Renata Fronzi casou-se com o locutor de rádio César Ladeira.

Em 1946 estréia no filme "Fantasma por Acaso"; e atuou em diversos títulos do cinema, tendo sido uma das estrelas da Atlântida Cinematográfica. Atuando também em filmes de Carlos Manga. Seu último filme foi Coisa de Mulher, com Adriane Galisteu, produzido em 2005.

O auge de popularidade de sua carreira foi a personagem Helena, no célebre teleteatro de comédia intitulado Família Trapo, na TV Record (Canal 7 de São Paulo, atual Rede Record), em que dividia o palco com Jô Soares, Ronald Golias, Otello Zeloni, Cidinha Campos e Ricardo Corte Real. Nos anos 80 voltaria a trabalhar com Golias, no programa do Bronco exibido pela TV Bandeirantes.
Na TV Globo, teve momentos marcantes nas novelas Jogo da Vida e Corpo a Corpo. Sua última participação foi na temporada de 1996 da série Malhação.
Renata era viúva de César Ladeira e mãe de César Ladeira Filho e do músico Renato Ladeira.

MORTE
Renata Fronzi morreu aos 82 anos da síndrome de disfunção múltipla de órgãos, que foi provocada pela diabetes,  no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Ela estava internada na unidade de terapia intensiva do hospital.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: HRubiales

OTELLO ZELONI - Arte Tumular - 1944 - Cemitério do Morumbi, São Paulo, Brasil

 



Foto ilustrativa

Cemitério do Morumbi


ARTE TUMULAR
Placa de bronze com o seu nome e datas gravados, no gramado do cemitério.

Local: Cemitério do Morumbi, São Paulo, Brasil
Descrição tumular: HRubiales


Otello Zeloni
Nascimento26 de novembro de 1921
Roma
Morte29 de dezembro de 1973 (52 anos)
São Paulo
NacionalidadeItaliano
CidadaniaBrasil
Ocupaçãoator
Causa da morteCâncer cerebral

PERSONAGEM
Otello Zeloni (Roma, 26 de novembro de 1921 — São Paulo, 29 de dezembro de 1973) foi um ator ítalo-brasileiro.
Morreu aos 52 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
 Aos vinte anos, foi convocado para a II Guerra Mundial pela Regia Aeronautica (Força Aérea Italiana) como piloto-aviador e após anos de guerra e dois acidentes, conseguiu fugir do front, em 1943, na garupa de um motociclista.

Vindo para a América do Sul, começou a negociar filmes italianos, conhecendo assim pessoas da área do cinema na Argentina e posteriormente no Brasil, onde se radicou em meados de 1947. Iniciou como radioator (sempre com forte sotaque italiano), mas foi no Teatro de Revista que começou com cenas cômicas, nas companhias de Teatro como Walter Pinto e Carlos Machado.

Atuou em dezenas de filmes e peças de teatro, como Os Ossos do Barão. Na televisão, atuou em programas como "Família Trapo" (1967 a 1971) , Dom Camilo e os Cabeludos, Zeloni Forno e Fogão, primeiro programa de culinária protagonizado por um homem e onde fazia comerciais ao vivo. Estava participando da telenovela O Conde Zebra, na TV Tupi, quando morreu .

MORTE
Morreu vitimado por um tumor cerebral.



Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: HRubiales

ANKITO (Anchizes Pinto) - Arte Tumular - 1943 - Cemitério do Catumbi, Rio de Janeiro, Brasil








ARTE TUMULAR 

Local: Cemitério do Catumbi, Rio de Janeiro


Ankito
Ankito em 1956
Nome completoAnchizes Pinto
Outros nomesAnkito
Nascimento26 de fevereiro de 1924
São PauloSPBrasil
Nacionalidadebrasileiro
Morte30 de março de 2009 (85 anos)
Rio de JaneiroRJBrasil
Causa da morteCâncer no pulmão
OcupaçãoAtor, palhaço e humorista
Atividade1931–2008
ProgenitoresMãe: Thomazina Pinto
Pai: Anchises Pinto
ParentescoAna Ariel (prima)
Piolin (tio)
CônjugeValentina Godoy (1954–1984)
Denise Casais (1984–2009)
Filho(a)(s)3 filhos


PERSONAGEM
Ankito, nome artístico de Anchizes Pinto (São Paulo, 26 de fevereiro ou 26 de novembro de 1924 — Rio de Janeiro, 30 de março de 2009) foi um ator brasileiro, considerado um dos cinco maiores nomes das chanchadas.
Morreu aos 85 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA

CARREIRA
De família circense, era filho do palhaço Faísca e sobrinho do famoso palhaço Piolim. Era casado com a atriz Denise Casais.  Passou a atuar profissionalmente no circo aos sete anos de idade, no globo da morte. Onze anos mais tarde, passou a atuar em shows no Cassino da Urca, como acrobata, na época considerado um esporte, e que lhe rendeu cinco vezes o título de campeão sul-americano. Em seguida ingressou no teatro, substituindo por uma noite o ator principal da companhia, porém fez sucesso e permaneceu no elenco. Contracenou com Grande Otelo no show Bahia Mortal e, a essa altura, sua carreira já estava consolidada. Com o sucesso no teatro, em 1952, foi convidado para fazer três dias de filmagem no filme É Fogo na Roupa, mas o sucesso foi tanto que os três dias passaram a ser 39, tendo inclusive sido colocado o seu nome em primeiro lugar nos créditos do filme. Continuou a fazer shows pelo Brasil com uma companhia de vedetes, em clubes e cinemas, que sempre exibiam um filme dele antes de cada espetáculo.

Protagonizou muitos filmes, entre eles Três Recrutas, Marujo por Acaso, Quem Roubou Meu Samba?, Pé na Tábua, Garota Enxuta, É de Chuá!, De Pernas pro Ar, Um Candango na Belacap, Pistoleiro Bossa Nova, Os Três Cangaceiros, Vai que É Mole, O Rei do Movimento, O feijão é nosso, O grande pintor, Angu de caroço, O boca de ouro, E o Bicho Não Deu, Sai Dessa, Recruta e Metido a Bacana, onde a dupla Ankito e Grande Otelo apareceu pela primeira vez. Estes filmes foram lançados de 1952 a 1961, período do apogeu de sua carreira artística.

 Em 1960, sofreu um acidente grave durante as filmagens Um Candango na Belacap, quando caiu de um prédio em construção. O acidente afetou a sua capacidade de fazer acrobacias e abreviou sua carreira cinematográfica.

 Em 1966, participou do filme em episódios As Cariocas, de Fernando de Barros, Walter Hugo Khouri e Roberto Santos. Atuou também em O Escorpião Escarlate, de Ivan Cardoso e Beijo 2348/72, de Walter Rogério, ambos de 1990.

Na televisão, participou de muitos programas humorísticos. Fez parte do elenco da TV Tupi, da Record e da Bandeirantes. Mais tarde, na Globo, além das participações nos humorísticos, fez parte do elenco das telenovelas Gina, com a Cristiane Torloni; Marina, com Edson Celulari e A Sucessora, de Manoel Carlos. Em 2005, fez o personagem "Falecido", na telenovela Alma Gêmea. Atuou também em inúmeras minisséries e participou da primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo, onde fez os personagens Soldadinho de Chumbo e o Curupira.

MORTE
Morreu devido a um câncer no pulmão

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: HRubiales