“MEMENTO, HOMO, QUIíA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS. ”

''REVERTERE AD LOCVM TVVM'

'Retornarás de onde vieste'


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades que marcaram época. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.



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2 de abr. de 2025

ARACY DE ALMEIDA - Arte tumular - 1956 - Cemitério Parque Jardim da Saudade, Sulacap, Rio de Janeiro, Brasil



Vista geral do cemitério


ARTE TUMULAR 

Placa de granito escura somente com o seu nome gravado

Local:  Cemitério Parque Jardim da Saudade, Sulacap, Rio de Janeiro, Brasil

Foto: https://www.youtube.com/watch?v=0uXGKzZigeg

Descrição tumular: hrubiales


Aracy de Almeida
Araci de Almeida em 1945
Informações gerais
Nome completoAracy Teles de Almeida
Também conhecido(a) comoDama da Central
Dama do Encantado
O Samba em Pessoa
Nascimento19 de agosto de 1914
Rio de JaneiroDF
OrigemEncantadoRio de Janeiro
Morte20 de junho de 1988 (73 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidadebrasileira
Gênero(s)Samba
Ocupação
Período em atividade1933—1988
Gravadora(s)
Afiliação(ões)Noel Rosa
PERSONAGEM
Aracy Teles de Almeida (Rio de Janeiro, 19 de agosto de 1914 — Rio de Janeiro, 20 de junho de 1988) foi uma cantora brasileira. 
Morreu aos 73 anos.

SINOPSE ARTÍSTICA
Conhecida como o "Samba em Pessoa" ou "A Dama do Encantado", foi identificada como a primeira grande cantora de samba, tendo também interpretado diversos outros estilos. Amiga e principal intérprete da obra de Noel Rosa, é considerada a responsável pelo renascimento da obra do compositor.

Também foi jurada em diversos programas de televisão, notavelmente do programa Show de Calouros de Silvio Santos. 

Cantava samba, mas era apreciadora de música clássica e se interessava por leituras de psicanálise, além de ter em sua casa, quadros de pintores brasileiros como Aldemir Martins e Di Cavalcanti. Os que conviviam com ela, na intimidade ou profissionalmente, a viam como uma mulher lida e esclarecida. Tratada por amigos pelo apelido de "Araca", Noel Rosa disse, em entrevista para A Pátria, em 4 de janeiro de 1936: "Aracy de Almeida é, na minha opinião, a pessoa que interpreta com exatidão o que eu produzo".

PRIMEIROS ANOS
Aracy Teles de Almeida nasceu em 19 de agosto de 1914. Foi criada no subúrbio carioca, no bairro de Encantado, numa grande família protestante; o pai, Baltasar Teles de Almeida, era chefe de trens da Central do Brasil e a mãe, dona Hermogênea, dona de casa. Tinha apenas irmãos homens. 

Estudou num colégio no bairro do Engenho de Dentro, onde foi colega do radialista Alziro Zarur, passando depois para o Colégio Nacional, no Méier. Aracy costumava cantar hinos religiosos na Igreja Batista e, escondida dos pais, cantava canções de entidades em terreiros de candomblé e no bloco carnavalesco "Somos de pouco falar". "Mas isso não rendia dinheirim", como Aracy dizia. 

CARREIRA MUSICAL 
(ANOS 1930 E 1940)
Em 1933, levada por Custódio Mesquita, estreia na Rádio Educadora do Brasil com a canção "Bom-dia, Meu Amor" (Joubert de Carvalho e Olegário Mariano) e grava em seu primeiro disco a marcha "Em Plena Folia" (Julieta de Oliveira) . Nessa mesma emissora conhece o compositor Noel Rosa, que a convida para "tomar umas cervejas cascatinhas na Taberna da Glória". Torna-se então intérprete de alguns dos seus sambas e grava em álbum "Riso de Criança" (1934).

Transferindo-se para a Victor, participou do coro de diversas gravações e lançou, ainda em 1935, como solista, "Triste cuíca" (Noel Rosa e Hervé Cordovil), "Cansei de pedir", "Amor de parceria" (ambas de Noel Rosa) e "Tenho uma Rival" (Valfrido Silva). A partir de então, tornou-se conhecida como intérprete de sambas e canções carnavalescas, tendo sido apelidada por César Ladeira de "O Samba em Pessoa". Trabalhou na Rádio Philips com Sílvio Caldas, no Programa Casé, nas rádios Cajuti, Mayrink Veiga e Ipanema. Excursionou com Carmen Miranda pelo Rio Grande do Sul. 

Em 1936 foi para a Rádio Tupi e gravou com sucesso duas músicas de Noel Rosa, "Palpite Infeliz" e "O X do Problema". Em 1937 atuou na Rádio Nacional e destacou-se com os sambas "Tenha Pena de Mim" (Ciro de Sousa e Babau), "Eu Sei Sofrer" (Noel Rosa e Vadico) e "Último Desejo", de Noel Rosa, que faleceu nesse ano. 

Gravou, em 1938, "Século do Progresso" (Noel Rosa) e "Feitiço da Vila" (Noel Rosa e Vadico), e, em 1939, lançou em disco "Chorei quando o Dia Clareou" (Davi Nasser e Nelson Teixeira) e "Camisa Amarela" (Ari Barroso). Para o Carnaval de 1940, gravou a marcha "O Passarinho do Relógio" (Haroldo Lobo e Milton de Oliveira) e, no ano seguinte, "O Passo do Canguru" (dos mesmos autores). 

Em 1942, lançou o samba "Fez Bobagem" (Assis Valente), "Caramuru" (B. Toledo, Santos Rodrigues e Alfeu Pinto), "Tem Galinha no Bonde" e "A Mulher do Leiteiro" (ambas de Milton de Oliveira e Haroldo Lobo). Fez sucesso no Carnaval de 1948 com "Não me Diga Adeus" (Paquito, Luis Soberano e João Correia da Silva) e, em 1949, gravou "João Ninguém" (Noel Rosa) e "Filosofia" (Noel Rosa e André Filho). 

 (ANOS 1948 a 1952 - O período Vogue )
Entre 1948 e 1952, trabalhou na boate carioca Vogue, sempre cantando o repertório de Noel Rosa; graças ao sucesso de suas interpretações nessa temporada, lançou pela Continental dois álbuns de 78 rpm com canções desse compositor: o primeiro deles, lançado em setembro de 1950, continha Conversa de botequim (com Vadico), Feitiço da Vila (com Vadico), O X do problema, Palpite infeliz, Não tem tradução e Último desejo; no segundo, lançado em março de 1951, interpretou Pra que mentir (com Vadico), Silêncio de um minuto, Feitio de Oração (com Vadico), Três apitos, Com que roupa e O Orvalho Vem Caindo (com Kid Pepe). 

Foi, ao lado de Carmen Miranda, a maior cantora de sambas dos anos 30. Depois de atuar com sucesso na boate Vogue em Copacabana na década de 40, entre 1950 e 1951, gravou dois álbuns dedicados a Noel Rosa, que seriam responsáveis pela reavaliação da obra do poeta da Vila. 

Mudou-se para a cidade de São Paulo em 1950, e lá viveu durante 12 anos. Em 1955 trabalhou no filme Carnaval em lá maior, de Ademar Gonzaga, e lançou, pela Continental, um LP de dez polegadas só com canções de Noel Rosa, no qual foi acompanhada pela orquestra de Vadico, cantando, entre outras, São Coisas Nossas, Fita Amarela e as composições inéditas Meu Barracão, Cor de Cinza, Voltaste e A Melhor do Planeta (com Almirante). 

(ANO DE 1960)
Três anos depois, lançou pela Polydor o LP Samba em pessoa. Em 1962 a RCA, reaproveitando velhas matrizes, editou o disco Chave de ouro. Em 1964, gravou com a dupla Tonico e Tinoco, o cateretê Tô chegando agora (Mário Vieira) e apresentou-se com Sérgio Porto e Billy Blanco na boate Zum-Zum no Rio de Janeiro. 

Em 1965, fez vários shows no Rio de Janeiro: "Samba pede passagem", no Teatro Opinião; "Conversa de botequim", dirigido por Miele e Ronaldo Boscoli, no Crepúsculo; e um espetáculo na boate Le Club, com o cantor Murilo de Almeida. No ano seguinte, a Elenco lançava o disco Samba é Aracy de Almeida. Com o cômico Pagano Sobrinho, fez "É proibido colocar cartazes", um programa de calouros da TV Record, de São Paulo, em 1968. No ano seguinte, a dupla apresentou-se na boate paulistana Canto Terzo. 

Ainda em 1969, fez parte do show "Que maravilha!", apresentado no Teatro Cacilda Becker em São Paulo e dirigido por Fernando Faro. Além de Aracy, participaram Jorge Ben, Toquinho e Paulinho da Viola.

CARREIRA NA TELEVISÃO
Depois disso, com a entrada da bossa nova, os intérpretes de samba já não eram tão solicitados. Aracy trabalhou em vários programas de TV: Programa do Bolinha; na TV Tupi, com Mário Montalvão; na TV Globo, com a Buzina do Chacrinha; no Programa Silvio Santos; programas na TVE; Programa da Pepita Rodrigues, na TV Manchete; Programa do Perlingeiro, na TV Excelsior; no Almoço com as estrelas, com Aérton Perlingeiro, entre outros. 

VIDA PESSOAL
Foi sempre bastante discreta com relação a sua vida pessoal e não teve filhos. Entre 1938 e 1942, foi casada com José Fontana, mais conhecido como Rey e que era então goleiro do Vasco da Gama.

Desde o final dos anos 1950, esteve em um relacionamento com o coronel-médico reformado Henrique Leopoldo Pfefferkorn, conhecido por seus amigos como Capita.

DOENÇA E MORTE
Em 1988, Aracy teve um edema pulmonar. No início, ficou internada em São Paulo, retornando ao Rio de Janeiro para o hospital da SEMEG, na Tijuca. Silvio Santos a ajudou financeiramente na época em que esteve doente e lhe telefonava todos os dias, às 18 horas, para saber como ela estava. 

Depois de dois meses em coma, voltou à lucidez por dois dias, e, num súbito aumento de pressão arterial, faleceu no dia 20 de junho, aos 73 anos. Seu corpo foi velado no Teatro João Caetano, visto que seu último show com Albino Pinheiro havia sido lá. O Cemitério Parque Jardim da Saudade doou o túmulo para ela; porém, já havia uma gaveta num cemitério em São Paulo, mas Adelaide não quis levá-la para lá. O Corpo de Bombeiros percorreu parte do Rio de Janeiro com a sua urna como homenagem, passando pelos lugares importantes frequentados por Aracy (Copacabana, Glória, Lapa, Vila Isabel, Méier e Encantado).

Fonte: Wikipédia
Formatação: hrubiales



VAL KILMER - Arte tumular - 1955 - Indeterminado

 




Val Kilmer
Val Kilmer no festival de Cannes em 2005.
Nascimento31 de dezembro de 1959
Los AngelesCalifórnia
Nacionalidadenorte-americano
Morte1 de abril de 2025 (65 anos)
Los Angeles, Califórnia
EducaçãoJuilliard School
Ocupaçãoator
Atividade1977-2025
CônjugeJoanne Whalley (1988–1996)
Filho(a)(s)2, incluindo Jack Kilmer
PERSONAGEM
Val Edward Kilmer (Los Angeles, 31 de dezembro de 1959 – 1 de abril de 2025) foi um ator americano.
Morreu aos 65 anos.

SINOPSE ARTÍSTICA
Originalmente ator de teatro, Kilmer tornou-se popular em meados da década de 1980, após estrelar vários filmes de comédia, começando com Top Secret! (1984) e Real Genius (1985). Também estrelou filmes de ação, incluindo um papel secundário em Top Gun (1986) e um papel maior em Willow (1988). 

Durante a década de 1990, Kilmer ganhou o respeito crítico após estrelar vários filmes que também foram bem sucedidos comercialmente, incluindo seu papel como Jim Morrison em The Doors (1991), Doc Holliday em Tombstone (1993), Batman em Batman Forever (1995), Chris Shiherlis em Heat (1995), Cel. John Henry Patterson em The Ghost and the Darkness (1996), Simon Templar em The Saint (1997) e Moisés em The Prince of Egypt (1998). Durante o início da década de 2000, Kilmer estrelou vários papéis que também foram bem recebidos, incluindo The Salton Sea, Spartan, Kiss Kiss Bang Bang, e dublou a voz de KITT em Knight Rider. 

Em 2020 ele lançou seu primeiro livro de memórias, "I'm Your Huckleberry", onde fala sobre sua luta contra o câncer e sobre os relacionamentos com atrizes famosas.

BIOGRAFIA
Kilmer nasceu em Los Angeles, na Califórnia, filho de Gladys e Eugene Kilmer, um distribuidor de equipamentos aeroespaciais e promotor imobiliário. O avô de Kilmer era um minerador de ouro em Novo México. Kilmer era de ascendência alemã, sueca, irlandesa, e cherokee. Cresceu em Vale de São Fernando com seus dois irmãos, o mais velho Mark e o mais novo Wesley (que morreu com 15 anos, por um ataque epilético em uma piscina). Foi criado por um cientista cristão, estudou na Universidade de Chatsworth, em San Fernando Valley, onde foi colega de Kevin Spacey e Mare Winningham, e também participou da Escola Profissional de Hollywood. Também frequentou uma escola sobre ciência cristã em Los Angeles, desde a creche à formatura do 9º ano. Aos 17 anos, era o mais jovem aceito no programa de drama Juilliard School. Ele estava no grupo 10 da divisão de drama. 

CARREIRA
Começou no cinema em filmes como "Top Secret" e "Academia de Gênios". 

Despontou ao sucesso como coadjuvante no filme Top Gun (1986), mas seu grande momento foi ao interpretar, com perfeição, o lendário Jim Morrison, vocalista e compositor da banda The Doors, no filme "The Doors", de Oliver Stone, de 1991. 

Fez muitos filmes de aventura, em dois deles interpretou famosos heróis de quadrinhos: Batman ("Batman Forever") e O Santo ("The Saint"). 

Apesar de preferir o teatro às telonas, ganhou bastante reconhecimento pelos filmes feitos na última década. 

O ator escreveu e dirigiu um videodocumentário sobre armas nucleares chamado Journey to Victory. Apesar do tema pesado, Kilmer diz que seu trabalho fala, basicamente, sobre pessoas, seus medos e esperanças, em relação ao futuro. 

Ao longo da década de 2000, a carreira de Kilmer pareceu entrar em colapso. Seus filmes são lançados diretamente em DVD, e ele não mais era protagonista. Prova de seu declínio foi um papel pequeno em Abelar: Tales of an Ancient Empire, dirigido por Albert Pyun. 

VIDA PESSOAL
Ao contrário do que se pensa, Val não era apelido ou abreviação de outro nome. Seu pai, Eugene, era proprietário de uma distribuidora de equipamentos aeroespaciais e promotor imobiliário, onde um de seus sócios era vice-presidente, e se chamava Val. Ele gostou tanto do nome que resolveu dar o mesmo ao seu filho. 

Em seu casamento com Joanne Whalley, o ator teve dois filhos: Mercedes, nascida em 1992, e Jack, de 1995. 

Sempre que podia, Kilmer ajudava ONGs cujas causas achava justas, como a Habitat para a Humanidade, a AmeriCares, e a Wildlife Center. 

Quando estava na Juilliard, Val recebeu a notícia de que seu irmão mais novo, Wesley, havia morrido. Ele diz que o caçula dos Kilmer era um rapaz único no universo. O que aprendeu com a morte dele foi ver todos os talentos e qualidades contidos naquela pessoa única no mundo. Que deve procurar essas qualidades em si mesmo, respeitando-as e cultivando-as. 

Na infância, em Los Angeles, o pequeno Val morava perto da casa de Roy Rogers e Dale Evans. Um belo dia, o menino resolveu ir tocar na casa dos vizinhos.

DOENÇA
Em outubro de 2016, o ator Michael Douglas declarou que Kilmer, seu amigo de longa data, estaria com câncer. Alguns dias depois, Val Kilmer chegou a desmentir o boato, afirmando que está livre de qualquer doença. Posteriormente, o ator confirmou estar se tratando do câncer, embora não tenha especificado de qual tipo era.

Ele sofreu de câncer de garganta, e em 21 de abril de 2020 deu uma rara entrevista ao programa Good Morning America, na qual falou sobre a traqueostomia que o ajuda a respirar. Disse também que se sentia bem melhor do que parecia.

MORTE
Morreu em 1 de abril de 2025 em Los Angeles devido a uma pneumonia.

Fonte: Wikip[édia
Formatação: hrubiales

1 de abr. de 2025

RICHARD CHAMBERLAIN - Arte tumular - 1954 - Indeterminado

 





Richard Chamberlain
Richard Chamberlain em 1982
Nome completoGeorge Richard Chamberlain
Nascimento31 de março de 1934
Los AngelesEstados Unidos
Nacionalidadenorte-americano
Morte29 de março de 2025 (90 anos)
WaimanaloEstados Unidos
Ocupaçãoator, cantor
Globos de Ouro
Melhor Astro da TV
1964 - Dr. Kildare
Melhor Ator em Série Dramática
1980 - Shogun
Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme
1983 - The Thorn Birds
PERSONAGEM
George Richard Chamberlain (Beverly Hills, 31 de março de 1934 – Waimanalo, 29 de março de 2025) foi um ator e cantor norte-americano que se tornou um ídolo adolescente ao interpretar o papel-título da série de televisão Dr. Kildare (1961–1966). 
Morreu aos 90 anos

SINOPSE ARTÍSTICA 
Ganhou o apelido de "Rei das Minisséries" por sua atuação em diversas produções televisivas do gênero, como Centennial (1978), Shōgun (1980) e The Thorn Birds (1983). Além da TV, Chamberlain também se destacou em papéis clássicos no teatro e em musicais. 

No cinema, interpretou Aramis na trilogia Os Três Mosqueteiros (The Three Musketeers, 1973), Os Quatro Mosqueteiros (The Four Musketeers, 1974) e O Retorno dos Mosqueteiros (The Return of the Musketeers, 1989); viveu Allan Quatermain em As Minas do Rei Salomão (King Solomon's Mines, 1985) e A Cidade Perdida do Ouro (Allan Quatermain and the Lost City of Gold, 1986); e foi o primeiro ator a interpretar Jason Bourne, estrelando o telefilme A Identidade Bourne (The Bourne Identity, 1988). 





BIOGRAFIA
Richard Chamberlain tornou-se um ídolo adolescente ao atuar no seriado de televisão Dr. Kildare (1961-1966). Em paralelo com a série, Chamberlain também alcançou breve sucesso na música pop. 

Em pouco tempo, desencantou-se com Hollywood e interessou-se pelo teatro, indo estudar na Inglaterra e iniciando uma carreira bem-sucedida, junto ao público inglês. 

Durante a década de 1970 estrelou diversos filmes e musicais. Mais tarde dedicou-se a minisséries de televisão como Shōgun (1980) e Pássaros Feridos (1983). 

Embora sua orientação sexual já tivesse sido divulgada, Richard Chamberlain só assumiu publicamente a homossexualidade aos 69 anos, quando lançou seu livro Shattered Love (2003).

Ele viveu no Havaí com o seu companheiro, agente e produtor, Martin Rabbett (1954), mas nunca deixou de atuar.

MORTE
Chamberlain morreu no dia 29 de março de 2025 aos 90 anos, a dois dias do seu 91.° aniversário.

Fonte: Wikipédia
Formatação: hrubiales

30 de mar. de 2025

FERREIRA NETTO - Arte Tumular - 1953 - Crematório de Vila Alpina, São Paulo, Brasil

 




CREMAÇÃO
Seu corpo foi cremado e as cinzas entregue aos familiares.
Local: Crematório de Vila Alpina, São Paulo

Ferreira Netto

Nome completoJoaquim Antônio Ferreira Netto
Nascimento2 de janeiro de 1938
São PauloSP
Morte4 de agosto de 2002 (64 anos)
São PauloSP
Nacionalidadebrasileiro
Ocupaçãojornalista
apresentador de televisão



PERSONAGEM
Joaquim Antônio Ferreira Netto (São Paulo, 2 de janeiro de 1938 — São Paulo, 4 de agosto de 2002) foi um jornalista brasileiro.
Morreu aos 64 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Trabalhou na Folha da Tarde como colunista, e por inúmeras emissoras de televisão nas décadas de 1970, 1980 e 1990, onde apresentava um programa de debates, semanal ou diário, conforme o caso, que levava o seu nome, cujo tema de abertura era a música instrumental Bayou, da banda The Love Unlimited Orchestra.

PROGRAMA FERREIRA NETTO
Foi o primeiro da televisão brasileira a fazer um debate televisivo entre os dois principais candidatos ao governo paulista, na eleição de 1982, entre Franco Montoro (PMDB) e Reynaldo de Barros (PDS), depois da abertura política de 1979, no SBT, onde manteve um programa de entrevistas políticas nos finais de noite. Inclusive, no final do debate que deixou o SBT na liderança, o dono do canal, Silvio Santos, antes término, entrou no estúdio e cumprimentou publicamente Ferreira Neto, chegando a confessar que estava com receio de autorizar a realização do referido debate. Ferreira Netto costumava começar a atração conversando por um telefone vermelho com um suposto amigo, chamado de Léo. Usando desse estratagema, criticava e comentava as atualidades da política e da economia.

Ferreira Netto também era um crítico ferrenho do PT e do então presidente José Sarney.

Em 1º de outubro de 1970, invadiu o estúdio da TV Excelsior[2] - da qual era diretor - e anunciou aos telespectadores que o governo havia decretado o fim da Excelsior. Naquele momento, na central técnica da Excelsior, estavam alguns técnicos do DENTEL, que tiraram a emissora do ar naquele momento.

Em 1990, candidatou-se ao Senado pelo PRN do então presidente Fernando Collor, tendo perdido para Eduardo Suplicy (PT). No entanto, ficou à frente de nomes de vulto da política nacional, como o ex-governador Franco Montoro (PSDB) e o empresário Guilherme Afif Domingos (PL).

Mantinha uma coluna com notícias de bastidores da televisão que era veiculada em vários jornais do Brasil, como O Dia, Folha da Tarde de Porto Alegre ou Jornal da Tarde de São Paulo.

Vídeo: homosapiens
MORTE
Ferreira Netto faleceu em São Paulo, aos 64 anos, por falência múltipla dos órgãos , após três semanas de internação. Seu corpo foi velado no dia seguinte no Palácio 9 de Julho, sede da Assembleia Legislativa de São Paulo e cremado  no Cemitério da Vila Alpina.

Fonte:pt.wikipedia.oirg
Formatação:HRubiales

28 de mar. de 2025

GEORGE FOREMAN - Arte tumular - 1952 - (Indeterminado)

 





George Foreman
Campeão mundial dos pesos pesados
Foreman em 2016
Informações pessoais
NascimentoGeorge Edward Foreman
10 de janeiro de 1949
MarshallTexas
Morte21 de março de 2025 (76 anos)
HoustonTexas
ApelidoBig George[1]
Categoriapeso-pesado
Nacionalidadenorte-americano
Estiloortodoxo
Altura1,92 m (6 ft 3,5 in)[1]
Cartel
Lutas81
Vitórias76
Nocautes68
Derrotas5
Empates0
Medalhas
Jogos Olímpicos de Verão de 1968
OuroCidade do México 1968Peso-pesado

PERSONAGEM
George Edward Foreman (Marshall, 10 de janeiro de 1949 – Houston, 21 de março de 2025) foi um pugilista e empreendedor norte-americano, duas vezes campeão mundial de boxe na categoria peso-pesado e medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de 1968.
Morreu aos 76 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Seus títulos mundiais foram em 1973 e 1994, sendo o último aos 45 anos, nocauteando o pugilista de 26 anos Michael Moorer no 10.º round e estabelecendo assim o recorde, ainda em vigor, de campeão com maior idade dentre os pesos-pesados.

De 81 lutas, venceu 76, sendo 68 por nocaute. Junto de Muhammad Ali, Joe Frazier e Mike Tyson, é considerado um dos maiores pesos-pesados de todos os tempos. 

Fez sua última luta aos 48 anos, perdendo por decisão muito controversa. Em 2007, Foreman foi nomeado o 25.º melhor lutador dos últimos 80 anos pela revista The Ring e o 20.º melhor lutador de todos os tempos pelo canal de televisão ESPN. 




Apelidado de "Big George", tornou-se um homem de negócios bem-sucedido e um ministro cristão ordenado que tem sua própria igreja. 

Foreman teve 10 filhos, e cinco deles são chamados George: George Jr., George III, George IV, George V, e George VI. Seus três filhos mais velhos são distinguidos entre si pelos apelidos "Monk", "Big Wheel" e "Little George". 

Após encerrar sua carreira esportiva, tornou-se um rosto popular para o público das novas gerações, quando passou a dedicar-se à promoção de grelhas com seu nome na televisão.

MORTE
Em 21 de março de 2025 George Foreman morreu de forma pacífica em sua casa, aos 76 anos.

Fonte: Wikipédia
Formatação: hrubiales

VADICO (Oswaldo Gogliano ) - Arte Tumular - 391 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil

 





ARTE TUMULAR



Vadico
Carmen Miranda e os integrantes do grupo musical Bando da Lua (da esquerda para a direita: Zé CariocaVadicoNestor Amaral, Afonso, Stenio e Aloysio de Oliveira).
Informações gerais
Nome completoOswaldo Gogliano
Também conhecido(a) comoVadico
Nascimento24 de junho de 1910
São Paulo São Paulo
OrigemBrásSão Paulo
Morte11 de junho de 1962 (51 anos)
Rio de JaneiroGuanabara Guanabara
Nacionalidadebrasileiro
Gênero(s)SambaMPBerudito
OcupaçãoCompositorpianista
Instrumento(s)Piano
Período em atividade1926 - 1962 (36 anos)
Outras ocupaçõesDiretor musical
Afiliação(ões)Bando da LuaNoel RosaFrancisco AlvesVinícius de Moraes, Mario Pinto, Romeu Silva, Katherine Dunham, Mario Castelnuovo-TedescoCarmen Miranda

PERSONAGEM
Oswaldo Gogliano, mais conhecido como Vadico (São Paulo, 24 de junho de 1910 - Rio de Janeiro, 11 de junho de 1962), foi um compositor e pianista brasileiro.
Embora não tão reverenciado, Vadico foi um dos parceiros mais constantes do sambista carioca Noel Rosa. Morou por 15 anos nos Estados Unidos, onde conseguiu cidadania e estudou com o maestro Mario Castelnuovo-Tedesco.
Morreu aos 52 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Começou a estudar música aos 16 anos e dois anos depois tocava piano profissionalmente, época em que venceu um concurso com "Isso Mesmo É que Eu Quero". Em 1929, "Arranjei Outra" foi gravada por Francisco Alves e "Deixei de Ser Otário" foi incluída na trilha sonora do filme "Acabaram-se os Otários".

Na verdade, Vadico nasceu em São Paulo, e viveu no Brás com os pais até aproximadamente os 20 anos, quando abandonou o ofício para cantar em festivais. Foi mais um autêntico sambista paulista e brasileiro. Vide dicionário Cravo Albin de música brasileira.

Vadico conheceu Noel Rosa em 1932, nos estúdios da gravadora Odeon, que de imediato pôs letra em "Feitio de Oração", seguida de parcerias notáveis como "Feitiço da Vila", "Pra que Mentir", "Conversa de Botequim", "Cem Mil Réis", "Provei", "Tarzã, o Filho do Alfaiate", "Mais um Samba Popular", "Quantos Beijos" e "Só Pode Ser Você". Com Marino Pinto, Vadico compôs sucessos como "Prece" e "Súplica". Também fez parceria com Vinicius de Moraes em "Sempre a Esperar".

Em 1939, foi para os Estados Unidos apresentar-se com a orquestra de Romeu Silva na Exposição Internacional de Mundial de Nova Iorque. No ano seguinte, retornou e radicou-se no Estado norte-americano da Califórnia, onde viveu durante oito anos. Lá, gravou músicas do filme "Uma Noite no Rio", com Carmen Miranda, e a partir de então, tornou-se pianista da cantora luso-brasileira e do Bando da Lua.

A pedido da Universal Pictures, compôs "Ioiô" - que acabou virando tema de outro filme. A convite de Walt Disney, musicou em 1943 o desenho animado "Saludos, Amigos", que apresentava o papagaio Zé Carioca como símbolo do Brasil.

Em 1949, rodou a Europa e as Américas dirigindo a orquestra da Companhia de Bailados de Katherine Dunham. Voltou ao Brasil em 1956, quando começou a trabalhar como diretor musical da TV Rio. Recusando um convite para ser parceiro musical da peça de Vinícius de Moraes, Orfeu da Conceição, Vadico acabou abrindo oportunidade para a famosa parceria do poeta com um músico então desconhecido, Antônio Carlos Jobim, iniciando uma das mais brilhantes e produtivas parcerias da MPB,

MORTE
Em 1962, enquanto preparava-se para um ensaio com uma orquestra no Estúdio da Columbia, sofreu uma ataque cardíaco e morreu.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: HRubiales

24 de mar. de 2025

BOLINHA (Édson Cabariti) - Arte Tumular - 1950 - Cemitério de Paquetá, Santos, São Paulo, Brasil


 












ARTE TUMULAR
Túmulo de formato retangular a cerca de 80 cm. de altura em granito escuro polido, com um tampo também em granito, com uma tonalidade mais clara  na parte central com uma cruz latina em relevo. Na cabeceira tumular destaca-se uma construção (lápide) inicialmente baixa, elevando-se nas laterais convergindo para uma parte central. Na parte baixa está fixada a placa em metal com o seu nome e datas, bem como uma foto em cerâmica de formato oval.

Local: Cemitério de Paquetá, Santos, São Paulo, Brasil
Fotos: https://www.youtube.com/watch?v=v7UuhYwueK0
Descrição tumular: hrubiales

Bolinha

Bolinha durante seu programa na TV
Nome completoEdson Cabariti[nota 1]
Outros nomesÉdson Cury
Nascimento16 de julho de 1936
BauruSP
Morte1 de julho de 1998 (61 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidadebrasileiro
Ocupaçãoradialista
apresentador de televisão
PERSONAGEM
Edson Cabariti (Bauru, 16 de julho de 1936 — São Paulo, 1 de julho de 1998), conhecido artisticamente como Bolinha, foi um radialista e apresentador de televisão brasileiro. 
Morreu aos 61 anos.
 
BIOGRAFIA
Bolinha nasceu como Edson Cabariti, em Bauru e criado em Santos, litoral do estado de São Paulo, em 1936. De ascendência turca e síria, mudou-se ainda cedo com a sua família para a cidade de Araçatuba. Foi mascate, feirante, engraxate, cobrador de ônibus, vendedor de velas para cemitério e balconista e em 1961, mudou-se para São Paulo para ser repórter de campo em jogos de futebol. 

INÍCIO DE CARREIRA NA TV
Iniciou a carreira como locutor esportivo. Posteriormente, na TV Excelsior, passou a ser o responsável pelos flashes esportivos do programa Últimas Notícias. 

Edson Cabariti, adotou o nome artístico Édson Cury pois, segundo ele, o seu verdadeiro nome não soava bem no rádio

A estreia como apresentador ocorreu quando em janeiro de 1967, a diretoria da Excelsior solicitou que substituísse o apresentador Chacrinha, que tinha um programa de auditório e havia se desentendido com os diretores da emissora, deixando a empresa repentinamente. Ao assumir do programa, a audiência aumentou e foi efetivado no cargo. Neste período, revelou muitos talentos, tais como Eneida Laís, Roberto Makassa, Margareth Menezes, Ítalo Ayala e Jarbas Piccioli. 

CLUBE DO BOLINHA
Veio a tornar-se célebre como o apresentador do programa Clube do Bolinha, o qual ficou no ar durante 20 anos na TV Bandeirantes entre 1974 e 1994 e o qual alcançou 8 pontos de audiência – então, um dos programas-líderes da emissora em audiência. 

Uma das atrações do Clube era o quadro Eles e Elas, no qual transformistas e travestis apresentavam-se.[6] Os mais variados artistas tais como Alan & Aladim, Leandro & Leonardo e Arnaldo Antunes voltaram ao programa após já famosos para agradecer ao programa bem como ao próprio o apoio do apresentador no início de suas carreiras. 

Um fato dos mais marcantes em toda a trajetória do apresentador foi sobre o cantor Paulo Sérgio. No dia 27 de julho de 1980, Paulo Sérgio fez no Clube aquela que seria a sua última apresentação na televisão. Horas após deixar os estúdios da TV Bandeirantes em São Paulo, o cantor sofreria um derrame cerebral e morreria no dia 29 de julho.

BOLETES
Boletes A maior marca do Clube era o elenco de bailarinas, conhecidas carinhosamente como "boletes". O elenco das bailarinas era composto também por certas ex-chacretes.

MORTE
Morreu às 2h30 de 1º de julho de 1998, aos 61 anos, apenas 15 dias antes de completar o 62º aniversário, vitimado por um câncer no aparelho digestivo. Estava internado no Hospital 9 de Julho para tratamento da doença que havia sido descoberta três anos antes de sua morte. Nos seis meses antes de morrer, a doença havia se agravado. Está sepultado no Cemitério do Paquetá, em Santos, no litoral de São Paulo. 

Fonte: Wikipédia
Formatação e pesquisa: hrubiales



AGOSTINHO DOS SANTOS - Arte Tumular - 1949 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro, Brasil

 






Local: Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro


Agostinho dos Santos

Agostinho em 1969.
Nascimento25 de abril de 1932
São PauloSPBrasil
Morte12 de julho de 1973 (41 anos)
ParisFrança
Causa da morteacidente aéreo (Voo Varig 820)
Nacionalidadebrasileiro
Ocupação
Carreira musical
Período musical1951–1973
Gênero(s)bossa nova
Instrumento(s)vocais

PERSONAGEM
Agostinho dos Santos (São Paulo, 25 de abril de 1932 — Paris, 12 de julho de 1973) foi um cantor e compositor brasileiro.
Morreu aos 41 anos de idade.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Natural de São Paulo, foi crooner de orquestra, trabalhou nas rádios América e Nacional. Em 1955, foi para o Rio de Janeiro cantar com Ângela Maria e Sílvia Teles na Rádio Mayrink Veiga e gravou, no ano seguinte, o LP "Uma Voz e seus Sucessos", com músicas de Tom Jobim e Dolores Duran.

Foi intérprete no filme Orfeu do Carnaval, de Marcel Camus, com trilha sonora de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, que lhe rendeu dois grandes sucessos: "Manhã de Carnaval" (L. Bonfá/ Moraes) e "A Felicidade" (Jobim/ Moraes).

Nos anos 50 e 60 ganhou prêmios e atuou como compositor, além de cantor. Participou do Festival de Bossa Nova no Carnegie Hall, em Nova Iorque (1962) com o conjunto de Oscar Castro Neves. Teve uma rápida passagem pelo rock'n'roll nos anos 50, gravando "Até Logo, Jacaré", versão de Julio Nagib para "See You Later, Alligator", de Bill Halley & His Comets. Excursionou pela Europa.



Seu maior sucesso foi cantando músicas da peça Orfeu da Conceição e depois do filme Orfeu Negro, como Manhã de Carnaval e Felicidade. Participou da apresentação de bossa nova no Carnegie Hall, em Nova Iorque (1962).

MORTE
Faleceu, em 1973, em trágico desastre aéreo nas imediações do Aeroporto de Orly em Paris, no Voo Varig 820.


Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: HRubiales